15
Sex, Dez

padrevocacaoO recente documento da CNBB, nº. 100, 'Comunidade de comunidades: uma nova paróquia – A conversão pastoral da paróquia', em seu capítulo 5, tem como título 'Sujeitos e tarefas da conversão pastoral'.

Leia mais...

Wagner Pedro Menezes
O endereço de e-mail address está sendo protegido de spambots. Você precisa ativar o JavaScript enabled para vê-lo.">O endereço de e-mail address está sendo protegido de spambots. Você precisa ativar o JavaScript enabled para vê-lo.
Missionários para Evangelização e Animação de Comunidades São Paulo Apóstolo

É de todos conhecida a divisão norte e sul que polariza nosso mundo. Ao norte os países ricos, que ditam regras, impõem seu poderio econômico e bélico. Ao sul os pobres.

O Brasil conseguiu inverter essa tese, mostrando um país dividido entre ricos e pobres, porém inversamente contrário à tese globalizada: ao sul os Estados ricos, ao norte os pobres. Nenhum preconceito nesta constatação, mas o resultado político de uma polarização federativa e tradicionalmente unida na sua definição patriótica é, no mínimo, algo que traz preocupações. Como governar uma nação nitidamente dividida?

De antemão, a leitura que se faz é que o novo mandato presidencial tem pela frente o desafio de reconstruir a unidade. Uma tarefa que exigirá tato e sensibilidade, deixando de lado ideologias e quimeras partidárias, se o que interessa ao país é a manutenção da ordem democrática e a coesão de um povo que sempre se mostrou amante de sua unidade na diversidade. É fato que a questão social pesou sobremaneira no resultado das urnas. É fato que algo novo deve surgir nos meios políticos para restabelecer o que temos de preciosidade como nação, ou seja, o sentimento patriótico de um povo que sempre primou pelo amor à bandeira, às riquezas naturais, ao jeito de ser de sua gente, heterogênea na raça, mas homogênea na eterna esperança de um país de futuro. As urnas nos dividiram, mas a esperança ainda é a mesma.

O que assusta é a possibilidade dessa divisão ganhar proporções além do que ela possa ter representado politicamente. Não queremos uma nação dividida. Nem entre classes sociais, nem entre conceitos partidários, nem mesmo por questões raciais ou religiosas que sejam. Nossa maior riqueza sempre foi e sempre será o amor à pátria. Se hoje o que se nos afigura é um racha político, disso temos que nos orgulhar, pois prova ao mundo uma democracia amadurecida e exemplar, um sistema político que respeita a voz do povo, mesmo que essa voz se fracione quase que igualitariamente, dentro da famosa margem do empate técnico. A verdade é que ambos os lados saem vitoriosos desse embate, numa manifestação cívica sem precedentes na nossa história. Importa agora buscar o consenso e manter nossos ideais de uma sociedade mais justa e fraterna.

Como povo de fé, vamos continuar dando "a César o que é de César e a Deus o que é de Deus". A continuidade de um sistema político oferece poucas mudanças. Mas uma nação "cujo Deus é o Senhor" há de continuar exercitando sua fé e alimentando sua esperança de construção de um mundo melhor, sem divisões norte-sul, pobres e ricos, crentes e ateus, mas filhos de uma mesma família, portadores de um ideal comum. A divisão humana é sempre uma chaga social. Jesus, ao penetrar o pensamento sectário que dividia seus discípulos, cunhou um conselho bem a propósito: "Todo reino dividido contra si mesmo será destruído. Toda cidade, toda casa dividida contra si mesma não pode subsistir. Se Satanás expele Satanás, está dividido contra si mesmo. Como, pois, subsistirá o seu reino?" (Mt 12,25). Paulo, zeloso com a questão da unidade, foi sucinto em seu conselho; "Rogo-vos, irmãos, em nome de nosso Senhor Jesus Cristo, que todos estejais de pleno acordo e que não haja entre vós divisões. Vivei em boa harmonia, no mesmo espírito, e no mesmo sentimento" (1Cor 1,10). Em Ezequiel encontramos a promessa de unificação do Povo de Deus, como princípio de bênçãos celestiais: "Farei que, em sua terra... não formem mais que uma nação, que não possuam mais que um rei. Não mais existirá a divisão em dois povos e em dois reinos" (Ez 37, 22).

Pra frente, Brasil! Se é verdade que cada povo tem o governo que merece, também é verdade que cada governo conhece o povo que tem. Nossas necessidades e nossos méritos, sonhos e esperanças, alegrias e decepções não tem cores, nem bandeiras. São nosso bem comum, cuja realização depende de nós, não de um grupo político, de uma classe social ou pensamento religioso. Depende de você.

 

papa oracao-de-louvor{jathumbnail off}Na Missa desta quinta-feira, 16, o Papa Francisco dedicou a homilia à oração de louvor. Segundo ele, é fácil rezar para pedir graças, mas é mais difícil rezar para louvar. No entanto, esta é a oração da verdadeira alegria.

No centro da homilia do Papa está a Carta aos Efésios, em que São Paulo eleva com alegria a sua oração de louvor. Louvar a Deus, disse o Papa, é gratuidade pura e significa entrar em uma grande alegria.

"Nós sabemos rezar muito bem quando pedimos coisas, também quando agradecemos ao Senhor, mas a oração de louvor é um pouco mais difícil para nós: não é tão habitual louvar a Deus. E sentimos isso melhor quando fazemos memória das coisas que Ele fez na nossa vida: 'Nele – em Cristo – escolheu-nos antes da criação do mundo'. Bendito seja o Senhor, porque tu me escolhestes! É a alegria de uma proximidade paterna e terna".

Acesse

.: Outras homilias de Francisco

Francisco pediu um esforço aos fiéis para que possam reencontrar a oração de louvor, que leva a uma felicidade diante do Senhor. O ponto de partida é justamente "fazer memória" desta escolha de Deus pelo homem antes mesmo da criação do mundo, algo que, segundo o Papa, não se pode entender nem imaginar.

"Esta é a verdade! Esta é a revelação! Se nós não acreditarmos nisso, não seremos cristãos. Talvez sejamos impregnados de uma religiosidade teísta, mas não cristãos! O cristão é um escolhido no coração de Deus antes da criação do mundo. Também esse pensamento enche de alegria o nosso coração: eu fui escolhido! E nos dá segurança".

Para entender isso é preciso, segundo Francisco, entrar no Mistério de Jesus Cristo, que derramou o Seu sangue em abundância, com toda sabedoria e inteligência. "Quando celebramos a Eucaristia, entramos nesse mistério, que não se pode entender totalmente: o Senhor está vivo, está conosco, aqui, na Sua glória, na Sua plenitude, e doa uma vez mais a sua vida por nós. Devemos aprender, a cada dia, essa atitude de entrar no mistério. O cristão é uma mulher, é um homem que se esforça para entrar no mistério".

Francisco concluiu reforçando que a oração de louvor é, antes de tudo, oração de alegria, depois oração de memória, recordando tudo o que Deus já fez pelo homem e, por fim, oração ao Espírito Santo, que dá a graça de entrar no mistério, sobretudo quando se celebra a Eucaristia.

Fonte: Canção Nova

Professor Claudio Junior
membro do Conselho Diocesano de Leigos

Ocorreu, nos dias 29, 30 e 31 de agosto, em Adamantina, o Curso de Atualização para Leigos, e no dia 4 de setembro a primeira reunião do Conselho Diocesano de Leigos, na qual se refletiu sobre o papel primordial do cristão católico com relação ao exercício da cidadania. Esse tema é bastante discutido nos meios de comunicação, principalmente quando estamos próximos da época das eleições.

Entre tantos debates ligados ao tema cristão católico e o exercício da cidadania, muito se discute sobre a responsabilidade que os cidadãos têm em relação aos representantes políticos eleitos. Em diversas ocasiões, ouvimos dizer que o brasileiro "não tem memória" porque se esquece de quais foram os seus representantes escolhidos para ocupar os cargos dos poderes Executivo e Legislativo. O alcance da responsabilidade e das consequências do voto não permitem atitude simplória, sob pena do alto custo de decisões inadequadas sobre o poder Executivo e a representatividade. Uma gama enorme de fatores interfere na consolidação dessa esperada postura cidadã, obviamente na contramão da inadmissível proposta do voto nulo ou do não comparecimento às urnas.

As eleições garantem o exercício nobre da cidadania. Por isso, supõem e exigem preparação individual muito mais elaborada. Cita-se aquilo que Aristóteles pensava sobre o bom governo: "A verdadeira garantia do bom governo consiste em vigiar a execução das leis, em não permitir nunca a menor infração. Qualquer infração leve é insensível, mas tais transgressões são como as pequeninas despesas que, multiplicando-se, levam à ruína. A princípio, elas fogem à atenção, e é por isso que mister se faz deter o mal na origem".

O Papa Bento XVI afirmou que "é dever da Igreja contribuir para a purificação da razão e para o despertar das forças morais, sem as quais não constroem estruturas justas, nem estas permanecem operativas por muito tempo, entretanto, o dever imediato de trabalhar por uma ordem justa na sociedade é próprio dos fiéis leigos, os quais, como cidadãos do Estado, são chamados a participar pessoalmente na vida pública. Não podem, pois, abdicar da múltipla e variada ação econômica, social, legislativa, administrativa e cultural, destinada a promover orgânica e institucionalmente o bem comum" (Bento XVI, Deus caritas est, n. 29). Também o Papa Francisco nos afirma que "Ninguém pode nos exigir que releguemos a religião para a intimidade secreta das pessoas, sem qualquer influência na vida social e nacional, sem nos preocupar com a saúde das instituições da sociedade civil, sem nos pronunciar sobre os acontecimentos que interessam aos cidadãos" (Papa Francisco, Evangelii Gaudium, 2013 n.183).

Assim, concluímos que nossa missão de Cristão Católico é de se preocupar com o bem comum, de estar disposto a ser fermento na massa, não perder o ardor do Evangelho na busca de uma sociedade mais justa e fraterna.

Publicado no Jornal No Meio de Nós - edição de outubro de 2014

Amados Irmãos e Irmãs

Neste último dia do mês da Bíblia, celebramos a memória do grande "tradutor e exegeta das Sagradas Escrituras": São Jerônimo, presbítero e doutor da Igreja. A grande obra de sua vida foi, sem dúvida, a tradução da Bíblia para o latim, conhecida por Vulgata. A Igreja declarou-o padroeiro de todos os que se dedicam ao estudo da Bíblia e fixou o "Dia da Bíblia" no mês do aniversário de sua morte, ou melhor, no dia da sua posse, da grande promessa bíblica: a Vida Eterna. Hoje também celebramos o Dia do Secretário e da Secretária, dando graças a Deus por seu importante trabalho na sociedade. É de São Jerônimo a célebre frase: "Ignorar as Escrituras é ignorar a Cristo".

Leia mais...

VERA CRUZ 21 DE SETEMBRO DE 2014

Queridos Peregrinos, Amados Irmãos e Irmãs

Estamos no mês de setembro, mês da Bíblia. A Palavra de Deus é alimento para nossa vida, como nos diz a Sagrada Escritura: "Não somente de pão vive o homem, mas de toda palavra que sai da boca de Deus" (Mt 4,6). A Palavra de Deus é luz que ilumina nosso caminho é lâmpada para os nossos pés. Por isso vamos meditar agora sobre a Palavra que ouvimos, vamos acolher a palavra em nosso coração, para que ela se torne vida na nossa vida.

Leia mais...

PARÓQUIA SÃO BENTO - CATEDRAL

MARÍLIA 21 DE SETEMBRO DE 2014

Amados Irmãos e Irmãs

Estamos no mês de setembro, mês da Bíblia. A Palavra de Deus é alimento para nossa vida, como nos diz a Sagrada Escritura: "Não somente de pão vive o homem, mas de toda palavra que sai da boca de Deus" (Mt 4,6). A Palavra de Deus é luz que ilumina nosso caminho é lâmpada para os nossos pés. Por isso vamos meditar agora sobre a Palavra que ouvimos, vamos acolher a palavra em nosso coração, para que ela se torne vida na nossa vida.

Leia mais...

Em outubro deste ano, somos chamados ao exercício da cidadania, através das eleições. Votaremos para os cargos de presidente, governador, senadores, deputados federais e estaduais. A Igreja do Brasil nos convida a refletir e aprofundar o valor do nosso voto. A Igreja valoriza a política e a tem em alta estima porque o cristianismo deve evangelizar a totalidade da vida humana.

Leia mais...