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Sex, Dez

Osvaldo Cruz - São José

 

 

Contato

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PARÓQUIA SÃO JOSÉ

(Congregação da paixão de Jesus Cristo - Passionistas - C.P.)
Pe. Marcos Leite Azevedo, Pároco
Pe. Hélio Alves de Oliveira, Vigário Paroquial
Pe. Joaquim Carlos Lopes Bogalhos, Vigário Paroquial
Pe. José Luis Dias Barbosa, Vigário Paroquial
Pe. Roque Hilário Siebeneichler, Vigário Paroquial

Rua Senador Salgado Filho, 855 C.P. 7
17700-000 - OSVALDO CRUZ - SP
(18) 3528-1136 / 3528-3199 / 3529-2233
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Horário de atendimento da secretaria:
Segunda a sexta-feira das 8h às 17h30
Sábado das 8h às 12h

 

Missas

Dia Horario Local Obs
Segunda a Sábado     7h e 19h30      Matriz  
Domingo 7h30 e 19h  Matriz   
3ª Terça 19h30 Comunidade Mãe da Santa Esperança  
4ª Terça 19h30 Comunidade Nossa Senhora da Guia  
2º Quinta 19h30 Comunidade São Gabriel  
3ª Quinta 19h30 Comunidade Santa Luzia  
1ª Sexta 7h Comunidade Nossa Senhora Aparecida - Santuário  
1ª Sexta 15h Matriz Missa dos Enfermos
1º Domingo 17h Comunidade Nossa Senhora Rosa Mística  
1º Domingo 17h Comunidade Santa Luzia  
2º Domingo 17h Comunidade Nossa Senhora da Guia  
2º e 4º Domingo 17h Comunidade Nossa Senhora de Fátima  
3º Domingo 17h Comunidade Nossa Senhora Aparecida - Santuário  
3º Domingo 17h Comunidade Nossa Senhora Rosa Mística  
4º Domingo 17h Comunidade São Gabriel  

História

O município de Osvaldo Cruz pertence à Diocese de Marília, tendo sido a paróquia de São José fundada em 28 de junho de 1946 pelo Monsenhor Víctor Ribeiro Mazzei. A paróquia de Osvaldo Cruz foi desmembrada da paróquia de Parapuã.O primeiro vigário foi o padre Vítor Boemisch, que assumiu no dia seguinte à criação da paróquia. Na época a paróquia de São José também era responsável pelas capelas de Inúbia Paulista, Vila Drumond ( atual município de Sagres) e Massapé (atual município de Salmourão).Em 4 de novembro de 1963 o padre Bonifácio Kleinpass inicia as obras da atual Igreja Matriz de São José que é inaugurada oficialmente em 30 de dezembro de 1967. A primeira missa foi rezada pelo então provincial dos Passionistas, padre José Maria Lovera.Apesar de inaugurada, o projeto original do templo previa a construção de uma torre para um relógio e um sino, obra que não foi executada até os dias atuais.No dia 19 de março de 1988 foram inaugurados painéis nas laterais da Igreja Matriz com imagens que representam a Via Sacra. Cada painel tem 29 m² e atualmente são atração turística na cidade.

Padroeiro

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José é um personagem célebre do Novo Testamento bíblico, marido da mãe de Jesus Cristo. Segundo a tradição cristã, nasceu em Belém da Judéia, no século I a.C., era pertencente à tribo de Judá e descendente do rei Davi de Israel. No catolicismo, ele é considerado um santo e chamado de São José.

Segundo a tradição, José foi designado por Deus para se casar com a jovem Maria, mãe de Jesus, que era uma das consagradas do Templo de Jerusalém, e passou a morar com ela e sua família em Nazaré, uma localidade da Galiléia. Segundo a Bíblia, era carpinteiro de profissão, ofício que teria ensinado seu filho.

São José é um dos santos mais populares da Igreja Católica, tendo sido proclamado "protetor da Igreja católica romana"; por seu ofício, "padroeiro dos trabalhadores" e, pela fidelidade a sua esposa, como "padroeiro das famílias", sendo também padroeiro de muitas igrejas e lugares do mundo.

História

O lugar que José ocupa no Novo Testamento é discreto: está totalmente em função de Cristo e não por si mesmo. José é um homem silencioso, e pouco aparece na Bíblia. Não se sabe a data aproximada de sua morte, mas ela é presumida como anterior ao início da vida pública de Jesus. Quando este tinha doze anos, de acordo com o Evangelho de Lucas (cap. 2), José ainda era vivo, sendo que em todos os anos a família ia anualmente a Jerusalém para a festa da Páscoa. Na Páscoa desse ano, "o menino Jesus permaneceu em Jerusalém sem que seus pais soubessem", os quais "passaram a procurá lo entre os parentes e os conhecidos" e, por fim, o reencontraram no Templo da Cidade Santa "assentado entre os mestres, ouvindo os e interrogando os, os quais se admiravam de sua inteligência e de suas respostas". "Logo que seus pais o viram, ficaram maravilhados" e Maria, sua mãe, diz lhe: "Teu pai e eu, aflitos, estamos à tua procura", sendo essa sua última referência a José estando vivo.
O Evangelho de Lucas atesta que o imperador Augusto ordenou um recenseamento em todo o Império Romano, que na época incluía toda a região, e a jovem Maria e seu esposo José se dirigiram a Belém, por ambos serem da Tribo de Judá e descendentes de Davi. Nessa época, reinava na Judéia Herodes, o Grande, monarca manipulado pelos romanos, célebre pela crueldade.
O texto do Evangelho deixa claro que José era o pai legal e certo de Jesus, pelo que (Mateus 1) é através de José que é referida a ascendência de Jesus até Davi e Abraão, embora o texto deixe inequívoco que ele não foi o pai biológico de Jesus. José quando encontrou Maria grávida "sem antes terem coabitado", "sendo justo e não a querendo infamar, resolveu deixá la secretamente", quando na época a lei bíblica vigente (Deuteronômio 22) prescrevia a lapidação (morte por pedradas) das adúlteras. Eis que, então, enquanto José dormia, apareceu lhe, em sonho, um anjo que pede lhe que não tema em receber Maria como sua esposa, "pois o que nela foi gerado é do Espírito Santo", passagem normalmente interpretada pelos cristãos como uma concepção sem necessidade de uma participação masculina e, desde que se a suponha também virgem, de uma concepção virginal (já por tradições judaicas, Jesus é referido como "mamzer", algo como bastardo). De qualquer forma, portanto, o Evangelho não deixa dúvidas de que não é "pela carne" que Jesus herda os títulos messiânicos de "filho de Davi" e "filho de Abraão" com o que Mateus abre o Novo Testamento.
O texto evangélico também é insistente —ao apresentar a genealogia de José e citar uma linha patrilinear que inclui os reis de Judá e vai até Davi e Abraão— em ressaltar terríveis impurezas morais na ancestralidade de José, o marido de Maria a mãe de Jesus. Entre tantos homens, somente quatro mulheres, além de Maria, são citadas por Mateus nessa lista genealógica: Tamar, Raabe, Rute e a mulher de Urias (Betsabé), respectivamente: uma incestuosa, uma prostituta, uma estrangeira (era proibido aos israelitas casarem se com estrangeiras) e a que foi tomada como esposa pelo rei Davi, que para obter isso encomendou a morte de seu marido, Urias, significando aqui o assassinato e o adultério.
Nessa época, Maria, sua esposa deu à luz Jesus numa manjedoura, pois não encontraram outro local para se hospedarem em Belém. Devido a tirania do rei Herodes e de sua fúria em querer matar o menino Jesus por ter ouvido que havia em Belém nascido o Cristo (o Messias), a Biblia, no Evangelho de Mateus, refere que Deus, igualmente em sonho, orientou seu esposo José para que fugissem para o Egito. Assim, apenas nascido, Jesus já era um exilado, juntamente com José e Maria seus pais.
Posteriormente, tendo Herodes morrido, um anjo de Deus, igualmente em sonho, aparece a José e orienta o para que regressem à terra de Israel "porque já morreram os que atentavam contra a vida do menino". Ao regressar, tendo ouvido que Arquelau (Herodes Arquelau) reinava na Judéia no lugar de seu pai Herodes, temeu ir para lá e, por mais uma vez, em sonho, tendo sido prevenido por divina advertência, retirou se para a região da Galiléia, voltando a família a residir em Nazaré.

Organização

CONSELHO PAROQUIAL DE PASTORAL (CPP)
 

Coordenador:

Wagner Pigossi 
Tel: (18) 352-3046