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Sex, Dez

Tupã - Nossa Senhora Auxiliadora

 

 

Contato


tupa nsauxiliadora

PARÓQUIA NOSSA SENHORA AUXILIADORA

Pe. Miguel João Borro, Pároco

Rua Mandaguaris, 432
Fone: Secretaria: (14) 3496-1165
17600-050 - TUPÃ - SP
E-mail: O endereço de e-mail address está sendo protegido de spambots. Você precisa ativar o JavaScript enabled para vê-lo.

Capelas e Comunidades

Capela Nossa Senhora Auxiliadora - Universo
Praça Anacleto José Costa S/N
Coordenador: Edinaldo Celestino da Silva – Fone (14) 9751-2972

Capela São Sebastião - Varpa
Rua Padre Anchieta, nº 18
Coordenadora: Sonia Beatriz Ignoveski Hanamoto – Fone (14) 99825-6624 

Capela São Francisco de Assis – Cecap
Núcleo Habitacional Augusto Rosin S/N
Coordenadora: Dionéia Aparecida Dias Bazzo – Fone (14) 3496-5198

Capela São João Batista – Jardim Paulista
Rua Almirante Barroso, 436
Coordenadora: Rosecler Maria da Silva – Fone – (14) 99729-9829

Capela Santo Antônio – Vila Santa Helena
Rua Monte Alegre, 225
Coordenadores: Noelita Sales Placidino – Fone (14) 3496-4319 e Claudinei Borin – Fone (14) 3491- 1398

Capela Nossa Senhora de Fátima – Vila das Indústrias
Rua Bauru S/N
Coordenador: Clarindo Luís – Fone: (14) 3491-2094

Missas

 Dia Horário  Local 
Segunda 19h30  Matriz 
Sábado 19h30 Matriz
Domingo 7h, 9h, 19h Matriz
1ª Quarta 20h Capela São Francisco de Assis - Cecap
2ª Quarta 20h Capela São João Batista - Vila Independência
3ª Quarta 20h Capela Santo Antonio - Vila Santa Helena
4ª Quarta 20h Capela Nossa Senhora de Fátima - Vila Industria
1ª Quinta 20h Capela N. S. Auxiliadora de Universo
1ª Sexta 19h30 Matriz
2ª Sexta 19h30 Capela São Sebastião de Varpa
3º Domingo 17h Capela N. S. Auxiliadora de Universo

 

História

Era capela do então Colégio Dom Bosco ou conhecido como Colégio dos Padres, desde o seu início em Tupã por volta de 1945.

No começo de 1955, Dom Hugo Bressane de Araújo, primeiro Bispo da Diocese de Marília, a qual nós pertencemos, criou a Paróquia Nossa Senhora Auxiliadora de Tupã.

Os Primeiros padres da Paróquia foram os Salesianos e depois com a saída deles da cidade de Tupã, começaram os padres Diocesanos.

Na história da Paróquia Nossa Senhora Auxiliadora de Tupã, passaram os seguintes padres:

Pe.João Pian, Pe. Heitor Castoldi, Pe. Teresio Fasano, Pe. João Augusto Hadzinski, Pe. Tomaz Ghirardelli, Pe, Carmelo Utel, Pe. João Pravisano, Pe. José Motta, Pe. Antonio de Castro, Pe. Nelson Pombo, Pe. João Vicinanza, Pe. Jair Gonçalves, Pe. Ambrózio Boem, Pe. Ernesto Tessarolo, Pe. Antonio Antunes de Barros Sobrinho, Pe. Januário Artácoz, Pe. Arnaldo Shoite Kaneko, Pe. João Carlos Manrique, Pe. Rafael Octávio Garcia, Pe. Sidnei de Paula Santos, Pe. Germano Hernandez Rodrigues, Pe. João Hernadez Sanches e Pe. Miguel João Borro.

Pertecem a nossa Paróquia as seguintes capelas:

Distrito de Universo: Nossa Senhora Auxiliadora.

Distrito de Varpa: São Sebastião

Urbanas: Santo Antonio, São João Batista, São Francisco de Assis e Nossa Senhora de Fátima.

Padroeiro


auxiliadoraA devoção a Nossa Senhora Auxiliadora

A devoção a Nossa Senhora Auxiliadora, tem seu começo em datas muito remotas, nascida no coração de pessoas piedosas que espalharam ao seu redor a devoção mariana. Assim a Mãe de Deus foi sempre conhecida como condutora da felicidade de todo ser humano. E Maria, sempre esteve junto ao povo, sobretudo do povo simples que não sofre as complicações que contornam e desfazem, muitas vezes, a vida humana, mas que é levado pelas emoções e certezas apontadas pela simplicidade do coração.

Em 1476, o Papa Sisto IV deu o nome de “Nossa Senhora do Bom Auxílio” a uma imagem do século XIV-XV, que havia sido colocada em uma Capelinha, onde ele se refugiou, surpreendido durante o caminho, com um perigoso temporal. A imagem tem um aspecto muito sereno, e o símbolo do ‘auxílio’ é representado pela meiguice do Menino segurando o manto da Mãe.

Com o correr dos anos, entre 1612 e 1620, a devoção mariana cresceu, graças aos Barnabitas, em torno de uma pequena tela de autoria de Scipione Pulzone, representando aspectos de doçura, de abandono confiante, de segurança entre o Menino e sua santa Mãe. A imagem ficou conhecida como “Mãe da Divina Providência”. Esta imagem tornou-se como que meta para as peregrinações de muitos devotos e também para muitos Papas e até mesmo para João Paulo II. Devido ao movimento cristão em busca dos favores e bênçãos de Nossa Senhora e de seu Filho, o Papa Gregório XVI, em 1837, deu-lhe o nome de “AUXILIADORA DOS CRISTÃOS”. O Papa Pio IX, há pouco tempo eleito, também se inscreveu no movimento e diante desta bela imagem, ele celebrou a Missa de agradecimento pela sua volta do exílio de Gaeta.
Mais tarde também foi criada a ‘Pia União de Maria Auxiliadora’, com raízes em um bonito quadro alemão.

E chega o ano de 1815: Nasce aquele que será o grande admirador, grande filho, grande devoto da Mãe de Deus e propagador da devoção a Maria Auxiliadora, o Santo dos jovens: SÃO JOÃO BOSCO. Neste ano era também celebrado o Congresso de Viena e foi a época em que, com a queda do Império Napoleônico, começa a Reestruturação Européia com restabelecimento dos reinos nacionais e das suas monarquias dinásticas

Em 1817, o Papa Pio VII benzeu uma tela de Santa Maria e conferiu-lhe o título de “MARIA AUXILIUM CHRISTIANORUM”.
Os anos foram se sucedendo e o rei Carlo Alberto, foi a cabeça do movimento em prol da unificação da Itália, e ao mesmo tempo, os atritos entre Igreja e Estado, deram lugar a uma forte sensibilização política, com atitudes suspeitas para com a Igreja. E como não podia deixar de ser, Dom Bosco, lutador e defensor insigne da Igreja de Cristo, ficou sendo mira forte do governo e foi até obrigado a fugir de alguns atentados. Sim, tinha de fato inimigos que não viam bem sua postura positiva a favor da Igreja e nem tão pouco a emancipação da classe pobre, defendida tenazmente pelo Santo.
Pio IX, então cabeça da Igreja, manifestou-se logo a favor de uma devoção pessoal para com a Auxiliadora e quando este sofrido Pontífice esteve no exílio, o nosso Santo lhe enviou 35 francos, recolhidos entre seus jovens do oratório. O Papa ficou profundamente comovido com esta atitude e conservou uma grande lembrança deste gesto de afeto de D.Bosco e da generosidade dos rapazes pobres.
E continuam muitas lutas políticas, desavenças, lutas e rixas entre Igreja e Estado. Mas a 24 de maio, em Roma, o Papa Pio IX preside uma grandiosa celebração em honra de Maria Auxiliadora, na Igreja de Santa Maria. E em 1862, houve uma grandiosa organização especificamente para obter da Auxiliadora, a proteção para o Papa diante das perseguições políticas que ferviam cada vez mais, em detrimento para a Igreja de Jesus Cristo.
Nestes momentos particularmente críticos, entre 1860-1862 para a Igreja, vemos que D.Bosco toma uma opção definitiva pela AUXILIADORA, título este que ele decide concentrar a devoção mariana por ele oferecida ao povo. E justamente em 1862, ele tem o “Sonho das Duas Colunas” e no ano seguinte seus primeiros acenos para a construção do célebre e grandioso Santuário de Maria Auxiliadora. E esta devoção à Mãe de Deus, desde então se expandiu imediata e amplamente.

Dom Bosco ensinou aos membros da família Salesiana a amarem Nossa Senhora, invocando-a com o título de AUXILIADORA. Pode-se afirmar que a invocação de Maria como título de Auxiliadora teve um impulso enorme com Dom Bosco. Ficou tão conhecido o amor do Santo pela Virgem Auxiliadora a ponto de Ela ser conhecida também como a "Virgem de Dom Bosco".
Escreveu o santo: “A festa de Maria Auxiliadora deve ser o prelúdio da festa eterna que deveremos celebrar todos juntos um dia no Paraíso".

Organização

CONSELHO PAROQUIAL DE PASTORAL (CPP)

Presidente: Padre Miguel João Borro
Coordenador: Adriano Henrique Penna
Secretária: Maria Clara Lourenção Aguiar