15
Sex, Dez

Tupã - São Pedro Apóstolo

 

 

Contato


spedrotupa

PARÓQUIA SÃO PEDRO

Pe. Carlos Roberto dos Santos, Pároco

Praça da Bandeira, s/n C.P. 73
17600-380 - TUPÃ - SP
Sec.: (14) 3496-3272/ Res.: (14) 3496-2363
O endereço de e-mail address está sendo protegido de spambots. Você precisa ativar o JavaScript enabled para vê-lo.
www.matrizsaopedro.org.br

Horário de atendimento da secretaria:
Terça a sexta-feira das 8h às 11h/13h às 17h
Sábado das 8h às 11h

Missas

Dia Horário Local Obs
Terça 19h30 Capela N. Sra. Aparecida  
Quarta 19h30 Matriz  
Sábado 19h30 Matriz  
Domingo 7h Capela N. Sra. Aparecida  
Domingo 9h Matriz Missas das crianças
Domingo 19h Matriz  
1ª e 3ª Quinta 19h30 Capela Santa Rita de Cássia  
2ª Quinta 19h30 Comunidade Santa Teresinha Missa em residências previamente escolhidas
1ª Sexta 19h Capela Sagrado Coração de Jesus Adoração do Santíssimo Sacramento e Missa
2ª, 3ª e 4ª Sextas 19h30 Capela Sagrado Coração de Jesus  

História

Histórico

A história da paróquia de São Pedro Apóstolo se confunde com a história do município de Tupã. O fundador da cidade, Luiz de Souza Leão, escolheu São Pedro como padroeiro, por acaso. Segundo consta nos registros históricos da cidade, durante uma viagem a Marília, em março de 1934, o fundador encontrou Pedro Altenfelder, titular do cartório do segundo ofício naquele município. Em conversa com o amigo, Souza Leão percebeu que Tupã, já com cinco anos e em pleno desenvolvimento, ainda não tinha um padroeiro. Por sugestão do dono do cartório, o fundador decidiu dedicar a cidade a São Pedro. O oficial do cartório de Marília ainda se comprometeu em doar a imagem do padroeiro à cidade.

 A imagem original, doada pelo amigo do fundador, acabou desaparecendo no mesmo ano em que chegou a Tupã. O fundador da cidade estimava a imagem e chegou a oferecer uma recompensa de R$ 5 mil cruzeiros, quantia alta na época, para a pessoa que a encontrasse. Ainda em 1934 foi construída a pequena igreja que deu lugar à atual matriz. A obra movimentou toda a cidade e gerou desentendimentos entre autoridades políticas e religiosas.

A capela foi elevada a paróquia em 30 de junho de 1936 por Dom Henrique César Fernandes Mourão, então bispo de Cafelândia, e teve o padre Gaspar Aguilar Cortês como primeiro vigário. O padre tomou posse em 29 de novembro de 1936 e permaneceu na paróquia até 2 de dezembro de 1938.

De 10 de dezembro de 1938 até 2 de janeiro de 1940, o padre Matias Michellizza conduziu os trabalhos pastorais da paróquia, até que em 20 de janeiro do mesmo ano foi nomeado o padre Carlos Golbach para dirigir a comunidade até 24 de setembro de 1942. Na mesma data assumiu o posto o padre José Leite Alves, que ficou na paróquia por cinco anos.

O Monsenhor Afonso Hafner foi o padre que mais tempo ficou à frente da igreja. Depois de tomar posse em 17 de abril de 1947, o Monsenhor Afonso acompanhou momentos importantes da comunidade. A igreja, por exemplo, não comportava mais o número de fiéis, devido ao crescimento da cidade. Assim, em março de 1954, com uma nova igreja já construída, demoliu-se a antiga que se encontrava dentro do novo templo. A inauguração da matriz ocorreu no dia 21 de março.

A cidade cresceu e a Paróquia de São Pedro foi sendo dividida para surgirem novas paróquias. Em 1955 parte de sua área foi destinada a instalação da paróquia Nossa Senhora Auxiliadora. Em 1958, outra parte foi desmembrada para o surgimento da paróquia Senhor Bom Jesus de Arco-Íris. Em 1962, mais um desmembramento deu origem à paróquia São Judas Tadeu.

O Monsenhor Afonso só deixou a paróquia com o seu falecimento em 25 de julho de 1970, sendo sucedido pelo padre Tito Marega. Posteriormente assumiram a paróquia os padres Nivaldo Resstel e Antônio Padula, que é o atual pároco.

A paróquia conta ainda com o trabalho de Congregação das Irmãs Pobres de Santa Catarina de Sena há mais de 42 anos. As religiosas, além de participarem da vida da paróquia, estão à frente do Lar Santo Antônio, entidade filantrópica beneficente que atende meninas (crianças e adolescentes), num trabalho de educação, amparo e promoção.

Em 1990 a paróquia foi desmembrada mais uma vez para o surgimento da paróquia São José. No mesmo ano deu-se início à construção do Cepat (Centro de Pastoral de Tupã), em 1998, a paróquia se mobilizou para construir o Centro de Convivência “Monsenhor Afonso Hafner” e recentemente a paróquia está mobilizada, novamente, realizando a Restauração da Matriz São Pedro Apóstolo, que se encontra em andamento.

Extraído da revista do Jubileu, edição comemorativa ao Jubileu de ouro da Diocese de Marília – 1952/2002). 

Padroeiro

SÃO PEDRO – 29 DE JUNHO

Data que na Estância Turística de Tupã-SP também se comemora SÃO PEDRO como o Padroeiro do Município.

O Apóstolo São Pedro era chamado, antes, Simão, o filho de Jonas, pescador de Betsaida na Galiléia, e irmão do Apóstolo Santo André, o «Primeiro Chamado», que foi quem o conduziu a Cristo.  São Pedro era casado e tinha sua casa em Cafarnaúm. Chamado por nosso Salvador, Jesus Cristo, enquanto pescava no Lago de Genesaré (Mar de Tiberíades), sempre demonstrou uma especial devoção e determinação, pelo que se fez digno de uma especial abordagem do Senhor, como o Apóstolo Tiago (Jacó) e São João, o Teólogo.

Espiritualmente forte e fervoroso, ele ocupou, na verdade, um lugar influente entre os apóstolos de Cristo. Foi o primeiro que confessou com determinação ao Senhor Jesus como o Cristo (Messias), e por isso foi digno de ser chamado «Pedra» (Pedro). Sobre esta fé firme como pedra de Pedro o Senhor prometeu edificar a Sua Igreja, contra a qual não prevalecerão as portas do inferno.

O Apóstolo São Pedro lavou com lágrimas amargas de arrependimento a sua tríplice negação a seu Senhor, na véspera de Sua crucifixão. Consequentemente, logo após a sua Ressurreição, o Senhor novamente o reabilitou na dignidade de apóstolo, por três vezes, o número de suas negações, e lhe confiou o cuidado de seu rebanho de cordeiros e ovelhas.

Segundo a tradição, o apóstolo São Pedro chorava amargamente sempre ao amanhecer, ao ouvir o canto dos galos, lembrando-se de suas covardes negações para com o Cristo. O apóstolo Pedro foi o primeiro a contribuir para o fortalecimento e a divulgação da Igreja de Cristo após a descida do Espírito Santo, no dia de Pentecostes; ao pregar com determinação e firmeza diante de uma multidão de pessoas, promoveu a conversão de três mil almas para Cristo. Pouco depois curou a um paralítico de nascença; e na sua segunda pregação pública, levou a conversão e à fé em Cristo mais de cinco mil hebreus.

A força espiritual que procedia do apóstolo Pedro era tão intensa, que «chegaram ao ponto de transportar doentes para as praças, em esteiras e camas, para que Pedro, ao passar, pelo menos a sua sombra cobrisse alguns deles, e todos eram curados». (At 5,15). O livro dos Atos dos Apóstolos, do primeiro ao décimo segundo capítulo, narra a sua atividade apostólica. Herodes Agripa I, neto de Herodes, o Grande,  após o ano 42 d. C., restabeleceu as perseguições contra os cristãos, assassinando o Apóstolo São Tiago (Jacó), filho de Zebedeu e aprisionando o Apóstolo São Pedro.

Os cristãos, ao serem informados sobre a sua prisão, oraram fervorosamente pelo Apóstolo Pedro. Durante a noite, um milagre aconteceu: um Anjo do Senhor apareceu na cela de Pedro, e as algemas que o prendiam se partiram caindo ao chão, e ele pode assim deixar a sua cela sem ser notado. Após esta milagrosa libertação o livro dos Atos o recorda mais uma vez ao narrar o Concílio dos Apóstolos. Outros testemunhos sobre ele foram conservados ela tradição da Igreja. Sabe-se que ele difundia o Evangelho às margens do Mar Mediterrâneo, em Antioquia (onde consagrou o bispo Evódio).

O Apóstolo Pedro evangelizava na Ásia Menor aos judeus e prosélitos (pagãos convertidos ao judaísmo). Logo depois, no Egito, onde consagrou Marcos como o primeiro bispo da Igreja de Alexandria. Daí, seguiu para evangelizar a Grécia, Corinto, e depois Roma, Espanha, Cartagena e Bretanha. Segundo a tradição, o apóstolo Marcos escreveu seu Evangelho para os cristãos romanos baseado nas palavras do Apóstolo Pedro. Entre os livros do Novo Testamento existem duas Epístolas Católicas (universais) do Apóstolo Pedro.

A primeira é dedicada aos estrangeiros da diáspora, no Ponto, Galácia, Capadócia, Ásia e Bithynia, províncias da Ásia Menor.  Esta carta tem a finalidade de fortalecer aos seus irmãos ante o surgimentos de conflitos internos nestas comunidades e perseguições por parte dos inimigos da Cruz de Cristo. Entre os cristãos surgiram também inimigos internos, os falsos mestres.

Na ausência do Apóstolo Paulo começaram a perverter os seus ensinamentos sobre a liberdade cristã e a defender uma moral sem limites. A segunda Epístola Católica foi escrita para os cristãos da Ásia Menor. Nela o Apóstolo Pedro colocou ênfase especial em advertir aos fiéis sobre os falsos mestres libertinos. Estes falsos ensinamentos coincidem com aqueles que foram refutados pelo apóstolo Paulo em suas cartas a Timóteo e Tito, e também ao Apóstolo São Judas, em sua Epístola Católica.

Os falsos ensinamentos dos hereges ameaçavam a moral e a fé cristãs. Naquela época, rapidamente se espalhou a heresia gnóstica que absorveu elementos do judaísmo, do cristianismo e de diversos ensinamentos pagãos. Esta Epístola foi escrita pouco antes do Apóstolo São Pedro ser martirizado: «Eu sei que em breve deverei deixar o meu templo (corpo), como nosso Senhor Jesus Cristo me revelou». No final de sua vida o apóstolo Pedro esteve novamente em Roma, onde foi martirizado no ano 67 d.C., sendo crucificado com a cabeça para baixo.

Organização

CAEP - Conselho para Assuntos Econômicos da Paróquia tem por finalidade colaborar com o pároco na administração dos bens da Paróquia, em obediência ao que pede o Código de Direito Canônico – Cân. 537.

Já o CPP – Conselho Pastoral Paroquial, organismo representativo de toda a Paróquia; tem a missão de garantir a vida de comunhão na Paróquia, sendo responsável pela organização e articulação das pastorais, e pela espiritualidade e formação dos fiéis.

Estes dois importantes Conselhos tem por função decidir juntamente com o Pároco, tudo ok que vai ser feito na Paróquia; as decisões tem que ser submetidas a estes dois Conselhos.

As reuniões desses dois Conselhos ocorrem mensalmente seguindo o calendário de reuniões da Paróquia.