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Avencas - Nossa Senhora Auxiliadora

nsauxiliadoraPe. Adeflor X. Pereira Jr., Adm. Paroquial

Fone: (14) 3479-1026

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Informações de Contato

PARÓQUIA NOSSA SENHORA AUXILIADORAavencas igreja

Adm. Paroquial: Pe. Adeflor Xavier Pereira Junior

Endereço:
Largo da Matriz, s/n
CEP 17532-000 AVENCAS (MARÍLIA)-SP
Fone: (14) 3479-1026
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Missas

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História

De 1933 até 1936 a Capela Nossa Senhora Auxiliadora, do distrito de Avencas, pertenceu a Paróquia de São Bento, de Marília, atual Catedral da Diocese. Em 1936, com a criação da Paróquia Santo Antonio, em Marília, a Capela passou a ser atendia por ela até o ano de 1938, quando a Paróquia Nossa Senhora Aparecida de Oriente iniciou seu atendimento aos fiéis de Avencas.

Em 1955, a Capela voltou a ser atendida pela Paróquia Santo Antonio, de Marília, e era atendida pelo Pe. Ferrúcio Tribus, duas vezes por mês. No dia 7 de fevereiro de1960 D. Hugo Bressane de Araújo decretou a criação da Paróquia, mas ela continuou a ser atendida pelos padres estigmatinos, de Marília, principalmente Pe. Ferrúcio.

Como não havia padres para residir na paróquia, D. Hugo convidou as Servas de Jesus Sacerdote para residirem em Avencas e assumirem as atividades pastorais. As consagradas chegaram ao distrito em 7 de janeiro de 1968. Elas desempenharam um grande trabalho de evangelização durante 20 anos. Neste meio tempo Pe. Celso Hideo Onishi, também estigmatino, atendeu a paróquia.

Com a criação da Paróquia de N. Sra do Perpétuo Socorro, em 15 de fevereiro de 1998 a Paróquia de Avencas passou ficou anexada a ela, inclusive no atendimento do padre. Somente em 2008 o Pe. José Carlos Vicentin passou a assumir integralmente os trabalhos pastorais na paróquia, embora não residisse lá, por ser o coordenador diocesano de pastoral. Em 2010 Pe Carlos Roberto dos Santos assumiu a função de coordenador diocesano e passou a atender a paróquia Nossa Senhora Auxiliadora.

Padroeiro

auxiliadoraA devoção a Nossa Senhora Auxiliadora

A devoção a Nossa Senhora Auxiliadora, tem seu começo em datas muito remotas, nascida no coração de pessoas piedosas que espalharam ao seu redor a devoção mariana. Assim a Mãe de Deus foi sempre conhecida como condutora da felicidade de todo ser humano. E Maria, sempre esteve junto ao povo, sobretudo do povo simples que não sofre as complicações que contornam e desfazem, muitas vezes, a vida humana, mas que é levado pelas emoções e certezas apontadas pela simplicidade do coração.

Em 1476, o Papa Sisto IV deu o nome de “Nossa Senhora do Bom Auxílio” a uma imagem do século XIV-XV, que havia sido colocada em uma Capelinha, onde ele se refugiou, surpreendido durante o caminho, com um perigoso temporal. A imagem tem um aspecto muito sereno, e o símbolo do ‘auxílio’ é representado pela meiguice do Menino segurando o manto da Mãe.

Com o correr dos anos, entre 1612 e 1620, a devoção mariana cresceu, graças aos Barnabitas, em torno de uma pequena tela de autoria de Scipione Pulzone, representando aspectos de doçura, de abandono confiante, de segurança entre o Menino e sua santa Mãe. A imagem ficou conhecida como “Mãe da Divina Providência”. Esta imagem tornou-se como que meta para as peregrinações de muitos devotos e também para muitos Papas e até mesmo para João Paulo II. Devido ao movimento cristão em busca dos favores e bênçãos de Nossa Senhora e de seu Filho, o Papa Gregório XVI, em 1837, deu-lhe o nome de “AUXILIADORA DOS CRISTÃOS”. O Papa Pio IX, há pouco tempo eleito, também se inscreveu no movimento e diante desta bela imagem, ele celebrou a Missa de agradecimento pela sua volta do exílio de Gaeta.
Mais tarde também foi criada a ‘Pia União de Maria Auxiliadora’, com raízes em um bonito quadro alemão.

E chega o ano de 1815: Nasce aquele que será o grande admirador, grande filho, grande devoto da Mãe de Deus e propagador da devoção a Maria Auxiliadora, o Santo dos jovens: SÃO JOÃO BOSCO. Neste ano era também celebrado o Congresso de Viena e foi a época em que, com a queda do Império Napoleônico, começa a Reestruturação Européia com restabelecimento dos reinos nacionais e das suas monarquias dinásticas

Em 1817, o Papa Pio VII benzeu uma tela de Santa Maria e conferiu-lhe o título de “MARIA AUXILIUM CHRISTIANORUM”.
Os anos foram se sucedendo e o rei Carlo Alberto, foi a cabeça do movimento em prol da unificação da Itália, e ao mesmo tempo, os atritos entre Igreja e Estado, deram lugar a uma forte sensibilização política, com atitudes suspeitas para com a Igreja. E como não podia deixar de ser, Dom Bosco, lutador e defensor insigne da Igreja de Cristo, ficou sendo mira forte do governo e foi até obrigado a fugir de alguns atentados. Sim, tinha de fato inimigos que não viam bem sua postura positiva a favor da Igreja e nem tão pouco a emancipação da classe pobre, defendida tenazmente pelo Santo.
Pio IX, então cabeça da Igreja, manifestou-se logo a favor de uma devoção pessoal para com a Auxiliadora e quando este sofrido Pontífice esteve no exílio, o nosso Santo lhe enviou 35 francos, recolhidos entre seus jovens do oratório. O Papa ficou profundamente comovido com esta atitude e conservou uma grande lembrança deste gesto de afeto de D.Bosco e da generosidade dos rapazes pobres.

E continuam muitas lutas políticas, desavenças, lutas e rixas entre Igreja e Estado. Mas a 24 de maio, em Roma, o Papa Pio IX preside uma grandiosa celebração em honra de Maria Auxiliadora, na Igreja de Santa Maria. E em 1862, houve uma grandiosa organização especificamente para obter da Auxiliadora, a proteção para o Papa diante das perseguições políticas que ferviam cada vez mais, em detrimento para a Igreja de Jesus Cristo.
Nestes momentos particularmente críticos, entre 1860-1862 para a Igreja, vemos que D.Bosco toma uma opção definitiva pela AUXILIADORA, título este que ele decide concentrar a devoção mariana por ele oferecida ao povo. E justamente em 1862, ele tem o “Sonho das Duas Colunas” e no ano seguinte seus primeiros acenos para a construção do célebre e grandioso Santuário de Maria Auxiliadora. E esta devoção à Mãe de Deus, desde então se expandiu imediata e amplamente.

Dom Bosco ensinou aos membros da família Salesiana a amarem Nossa Senhora, invocando-a com o título de AUXILIADORA. Pode-se afirmar que a invocação de Maria como título de Auxiliadora teve um impulso enorme com Dom Bosco. Ficou tão conhecido o amor do Santo pela Virgem Auxiliadora a ponto de Ela ser conhecida também como a "Virgem de Dom Bosco".
Escreveu o santo: “A festa de Maria Auxiliadora deve ser o prelúdio da festa eterna que deveremos celebrar todos juntos um dia no Paraíso".

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