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Sab, Nov

Marília - Santa Rita de Cássia

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Pároco: Pe. Luiz Eduardo C. de Sá
Vigário: Pe. Willians Roque de Brito

Fone: (14) 3417-2665

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Pároco: Pe. Luiz Eduardo C. de Sá
Vigário: Pe. Willians Roque de Brito

Fone: (14) 3417-2665

Contato

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marilia santarita

Pe. Luiz Eduardo Cardoso de Sá, Pároco
Pe. Willians Roque de Brito, Vigário Paroquial

R. Miguel Granito Neto, 115
17522-570 - MARÍLIA - SP
Sec.: (14) 3417-2665/Res.: (14) 3417-2298
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Horário de atendimento da secretaria:
Segunda a sexta-feira das 8h às 17h00
Sábado das 8h às 12h

 

Missas

Dia Horário Local
Quarta 19h30 Matriz
Sexta 19h30 Matriz  
Sábado 19h30 Matriz  
Domingo 8h Matriz  
Domingo 8h Capela São José  
3º Domingo 8h Com. São Francisco  
Domingo 8h ( (celebração da Palavra)) Com. São Francisco  
Domingo 10h Com. N. Sra. das Graças  
Domingo 19h Matriz

História

A paróquia Santa Rita de Cássia foi criada em 11 de fevereiro de 1983, por Dom Daniel Tomasella. Seu território foi desmembrado da Paróquia Nossa Senhora de Fátima.

Está localizada na zona sul, periferia da cidade de Marília, envolvendo sete conjuntos habitacionais (Nova Marília, Maria Angélica, Paulo Lúcio Nogueira (CDHU), Jardim Novo Mundo, Condomínio Parque das Rosas, Condomínio Residencial São Luiz e São Vicente de Paulo, onze bairros (Jardim Amália, Jardim Nacional, Jardim Planalto, Teotônio Vilela, Parque dos Ipês, Vila Real, Jardim Santa Clara, Nova Marília II (Jardim Domingos de Léo), Nova Marília III (Professor Antonio da Silva Penteado), Nova Marília IV (Antonio Carlos Nascimento da Silva) e a Favela “Sagrado Coração de Jesus”).

Colaboraram na construção desta família paroquial o Monsenhor Achiles Paceli de Oliveira Pinheiro (1982 até 1989), o Cônego José Carlos Dias Tóffoli (1989 até 1996) e Padre Carlos Roberto dos Santos (1996 até 2007), e Padre Wagner Antônio Montoz, nos dias atuais além de diversos vigários paroquiais, diáconos e seminaristas em estágio pastoral.

Muito importante foi e é até os dias atuais a presença e colaboração das irmãs Missionárias de Jesus Crucificado e Franciscanas Missionárias de Maria.

Características

Uma das características marcantes da paróquia sempre foi a participação ativa dos leigos e leigas nas diversas dimensões e pastorais.

Pastoralmente, a paróquia está organizada em quatro grandes comunidades, um setor e diversas pastorais e movimentos. É uma paróquia muito dinâmica em sua vida espiritual e pastoral, principalmente na área social. Tendo como Pároco o Padre Wagner Antonio Montoz, e Vigário Paroquial o Padre Luciano Pontes. Recebe o trabalho pastoral de seminaristas.

Queremos agradecer a Deus pelos muitos benefícios que concede a esta família paroquial e renovar nosso compromisso nesta longa caminhada pela construção do Reino de Deus. Que sejamos sempre portadores da Boa Notícia que Jesus de Nazaré nos trouxe e cheios do ardor missionário, sejamos mensageiros da justiça e da paz.

Padroeiro

Santa Rita de Cássia, nascida Rita Lotti (Roccaporena1381 — Cássia22 de maio de 1457), foi uma monja agostiniana da diocese de EspoletoItália. Foi beatificada em 1627,canonizada em 1900

Biografiasantarita2

Filha única, foi mãe, viúva, religiosa e estigmatizada. Nasceu em maio do ano 1381, um ano depois da morte de Santa Catarina de Siena. A casa natal de Santa Rita está perto de Cássia, entre as montanhas, a umas quarenta milhas de Assis, na Úmbria, região do centro da Itália que mais santos tinha dado à Igreja (São Benedito, Santa Escolástica, São Francisco, Santa Clara, Santa Ângela, São Gabriel, Santa Clara de Montefalco, São Valentim e muitos mais).

Sua vida começou em tempo de guerras, terremotos, conquistas e rebeliões. Países invadiam países, cidades atacavam as cidades vizinhas, vizinhos lutavam com os vizinhos, irmão contra irmão. Os problemas do mundo pareciam maiores que a política e osgovernos eram capazes de resolver. Nascida de devotos pais, Antonio Mancini e Amata Ferri, que se conheciam como os "Pacificadores de Jesus Cristo", pois os chamavam para apaziguar brigas entre vizinhos.

Eles não necessitavam de discursos poderosos nem discussões diplomáticas, somente apelavam a Jesus. Sentiam que somente assim se podem apaziguar as almas. Apesar da idade avançada de Amata (62 anos), nem por isso deixavam de confiar em Deus e foi assim que Deus, acredita-se, atendeu às suas preces: conta a história que um anjo apareceu a ela e lhe revelou que daria à luz uma menina que seria a admiração de todos, escolhida por Deus para manifestar a todos os seus prodígios.

A mais antiga representação da santa.

O matrimônio

Seus pais, sem ter aprendido a ler ou escrever, ensinaram a Rita desde menina tudo acerca de Jesus, a Virgem Maria e os mais conhecidos santos. Rita, igual a Santa Catarina de Siena, nunca foi à escola para aprender a escrever ou a ler (A Santa Catarina foi, conforme se crê, dada a graça de ler milagrosamente por Jesus Cristo); para Santa Rita seu único livro era o crucifixo.

Ela queria ser religiosa durante toda sua vida, mas seus pais, Antônio e Amata, avançados em idade, escolheram para ela um esposo, Paolo Ferdinando, o que não foi uma decisão muito sábia. Mas Rita obedeceu. Os católicos creem que quis Deus assim dar-nos nela o exemplo de uma admirável esposa, cheia de virtude, ainda nas mais difíceis circunstâncias.

Depois do matrimônio, seu esposo demonstrou ser bebedor, mulherengo e abusador. Ela padeceu no longo período de dezoito anos que viveu com seu esposo. Muitas vezes bebeu o "cálice da amargura" até a última gota, incontáveis foram os atos de paciência e resignação que praticou, as lágrimas ardentes que derramou. Injuriada sem motivo, não tinha uma palavra de ressentimento; espancada, não se queixava e era tão obediente que nem à igreja ia sem a permissão de seu brutal marido.

A mansidão, a docilidade e a prudência da esposa, porém, suavizaram aquela rude impetuosidade, conseguindo transformar em manso cordeiro aquele leão furioso. Com que eloquência ensinava às suas vizinhas casadas o modo de manter a paz e a harmonia com seus esposos. Elas, admiradas por nunca terem visto divergências em casa de Rita, iam com frequência consolar-se com ela e expor os dissabores e ultrajes que recebiam de seus maridos.

À imitação de Santa Mônica, Rita lhes respondia: "Lembrai que, desde o momento em que recebemos nossos esposos, como maridos, aceitamo-los como nossos donos e senhores, e assim lhes devemos amor, obediência e respeito, pois isso significa ser casadas! Notai que não tem menos culpa a mulher que fala mal de seu marido do que o marido que, com incorreto proceder, dá ensejo à mulher para que fale mal". Por isso, não permitia que em sua presença se murmurasse dos defeitos alheios. Por esse meio conseguiu desterrar de muitos o péssimo costume de falar mal dos outros.

Encontrou sua fortaleza em Jesus Cristo, em uma vida de oração, sofrimento e silêncio. Tiveram dois gêmeos, os quais herdaram o temperamento do pai. Rita se preocupou e orou por eles. Depois de vinte anos de matrimônio e oração por parte de Rita, o esposo se converteu, pediu-lhe perdão e lhe prometeu mudar sua forma de ser. Rita perdoou e ele deixou sua antiga vida de pecado. Passava o tempo com Rita nos caminhos de Deus.

Isso não durou muito, porque, enquanto seu esposo havia se reformado, não foi assim com seus antigos amigos e inimigos. Uma noite, Paolo não chegou em casa. Antes de sua conversão, isso não teria sido estranho, mas no Paolo reformado isso não era normal. Rita sabia que algo havia ocorrido. No dia seguinte, encontraram-no assassinado.

Sua pena foi aumentada quando seus dois filhos, que eram maiores, juraram vingar a morte de seu pai. As súplicas não conseguiram dissuadi-los. Foi então que Santa Rita compreendeu que mais vale salvar a alma que viver muito tempo: rogou ao Senhor que salvasse as almas de seus dois filhos e que tirasse suas vidas antes que se perdessem para a eternidade por cometer um pecado mortal. O Senhor aparentemente respondeu a suas orações: os dois padeceram de uma enfermidade fatal.

Durante o tempo de enfermidade, a mãe lhes falou docemente de amor e do perdão. Antes de morrer, conseguiram perdoar aos assassinos de seu pai. Rita esteve convencida de que eles estavam com seu pai no céu.

Entrada na vida religiosa

Ao estar sozinha, não se deixou vencer pela tristeza e pelo sofrimento. Santa Rita quis entrar no convento com as irmãs agostinianas, mas não era fácil conseguir. Não queriam uma mulher que havia estado casada. A morte violenta de seu esposo deixou uma sombra de dúvida. Ela se voltou de novo a Jesus em oração. Ocorreu então o que se crê como um milagre. Uma noite, enquanto Rita dormia profundamente, ouviu que a chamavam: "Rita, Rita, Rita!" Isso ocorreu três vezes, na terceira vez Rita abriu a porta e ali estavam Santo AgostinhoSão Nicolau Tolentino e São João Batista, de qual ela havia sido devota desde muito menina.

Eles lhe pediram que os seguissem. Depois de correr pelas ruas de Roccaporena, no pico de Scoglio, onde Rita sempre ia orar, sentiu que a levantaram no ar e a empurravam suavemente. Encontrou-se acima do monastério de Santa Maria Madalena em Cássia. Então caiu em êxtase. Quando saiu do êxtase, encontrou-se dentro do monastério, embora todas as portas estivessem trancadas. Ante aquele milagre, as monjas agostinianas não lhe puderam negar entrada.

Finalmente aceita na ordem, consta que ali teria plantado uma roseira (ainda existente), que todos os anos dá flores em pleno inverno. É admitida e faz a profissão nesse mesmo ano de 1417, e ali passa quarenta anos de consagração a Deus.

Suas provações

Durante seu primeiro ano, Rita foi posta à prova por suas superioras. Foi-lhe dada a passagem da Escritura do jovem rico para que meditasse. Um dia, Rita foi posta à prova por suaMadre Superiora. Para colocar à prova a obediência da noviça, a superiora do convento ordenou-lhe que regasse de manhã e à tarde um galho seco, provavelmente um ramo de videira ressequido e já destinado ao fogo. Rita não ofereceu dificuldade alguma e de manhã e de tarde, com admirável simplicidade, cumpria essa tarefa, enquanto as irmãs a observavam com irônico sorriso. Isso durou cerca de um ano, segundo algumas biografias da santa.

Rita o fez obedientemente e de boa maneira. Uma manhã, a planta se havia convertido em uma videira com flores e deu uvas que se usaram para o vinho sacramental. Desde esse dia segue dando uvas.

Amor à Paixão de Cristo

Rita meditava muitas horas na paixão de Cristo, meditava nos insultos, nos desprezos, nas ingratidões que sofreu em seu caminho ao Calvário. Durante a Quaresma do ano 1443, foi a Cássia um pregador chamado Santiago de Monte Brandone, que deu um sermão sobre a paixão de Cristo que tocou tanto a Rita que, a seu retorno ao monastério, pediu fervorosamente ao Senhor ser participante de seus sofrimentos na cruz.

Dum modo especial exercitava-se na contemplação dos mistérios da Paixão e Morte de Jesus, a tanto chegou o seu amor na consideração das dores de Jesus que, um dia, prostrada aos pés do Crucificado, pediu amorosamente ao Senhor que lhe fizesse sentir um pouco daquela imensa dor que ele havia sofrido pregado na cruz. Conforme a história, da coroa que cingia a cabeça da imagem do Redentor, desprendeu-se um espinho, que se cravou na fronte da santa, causando-lhe intensíssimas dores até à morte.

Aquela ferida era, na verdade, fonte de celestiais doçuras para a santa, mas, ao mesmo tempo, de desgosto para as religiosas, que não podiam suportar a vista daquela repugnante ferida, vendo-se, por esse motivo, obrigada a viver isolada de suas amadas irmãs. A santa aceitou isso como um novo favor do céu, ficando, assim, livre para tratar mais intimamente com Deus. Ali redobrou as suas penitências, os seus jejuns e as suas orações, esforçando-se em unir-se mais estreitamente com Jesus, seu celestial esposo.

A maioria dos santos que têm recebido esse dom exalam uma fragrância celestial. As chagas de Santa Rita, sem dúvida, exalavam um odor pútrido, pelo que devia afastar-se das pessoas. Por quinze anos viveu sozinha, longe de suas irmãs monjas. O Senhor lhe deu uma trégua quando quis ir a Roma para o primeiro ano santo. Desapareceu o estigma de sua cabeça durante o tempo que durou a peregrinação. Tão pronto quanto chegou de novo a casa, o estigma voltou a aparecer e teve que se afastar de novo das irmãs.

Em sua vida, teve muitas chamadas, mas ante tudo foi uma mãe tanto física como espiritualmente. Quando estava no leito de morte, pediu ao Senhor que lhe desse um sinal para saber que seus filhos estavam no céu. A meados de inverno, recebeu uma rosa do jardim perto de sua casa em Roccaporena. Pediu um segundo sinal. Desta vez recebeu um figo do jardim de sua casa em Roccaporena, ao final do inverno.

Os últimos anos de sua vida foram de expiação. Uma enfermidade grave e dolorosa a deixou imóvel sobre sua humilde cama de palha durante quatro anos. Ela observou como seu corpo se consumia com paz e confiança em Deus.

As rosas de Santa Rita

Durante a enfermidade, a pedido seu lhe apresentaram algumas rosas que haviam brotado de maneira prodigiosa no frio inverno em sua horta de Rocaporena. Ela as aceitou sorrindo como um dom de Deus.

A morte da santa

Santa Rita percorreu o caminho da perfeição, a via purgativa, a iluminativa e a unitiva. Conheceu o sofrimento e em tudo cresceu em caridade e confiança em Deus. O crucifixo foi seu melhor mestre. "Chegou o tempo, minhas queridas irmãs, de sair deste mundo. Deus assim o quer. Muito vos ofendi por não vos ter amado e obedecido como era de minha obrigação, com toda minha alma vos peço perdão de todas as negligências e descuidos. Reconheço que vos tenho molestado por causa desta ferida da fronte, rogo-vos que tenhais piedade das minhas fragilidades. Perdoai minhas ignorâncias e rogai a Deus por mim, para que minha alma alcance a paz e a misericórdia da clemência divina."

No convento, só se ouviam os soluços das freiras, mas o sino começou a tocar aparentemente sozinho, anunciando a sua partida deste mundo. Era o dia 22 de maio de 1457 e contava a santa 76 anos de idade. Era o fim de uma vida cheia de sofrimentos. As religiosas pensavam com horror no odor fétido de sua chaga, mas o seu rosto pálido começou a tomar viva cor, a ferida cicatrizou-se e de seu corpo começou a exalar um delicioso perfume.

Uma das religiosas, Catarina Mancini, que tinha um braço paralítico, quis abraçá-la e assim o fez porque o seu braço ficou curado pela santa. As freiras revestiram o corpo com o hábito de sua ordem e o transportaram para a capela interior do mosteiro. A ferida do estigma na fronte desapareceu e em lugar apareceu uma mancha vermelha como um rubi, a qual tinha uma deliciosa fragrância.

Devia ter sido velada no convento, mas pela multidão tão grande se necessitou da igreja. Permaneceu ali e a fragrância nunca desapareceu, até os dias atuais permanece e a todos encanta. Por isso, nunca a enterraram. O ataúde de madeira que tinha originalmente foi trocado por um de cristal e ficou exposto para veneração dos fiéis desde então. Multidões, todavia, acodem em peregrinação a honrar a santa e pedir sua intercessão ante seu corpo que permanece incorrupto.

Leão XIII a canonizou em 1900.

Grandes milagres

Em Pergola, lugarejo da Úmbria, havia uma casa pertencente a uma das mais ilustres famílias da Itália, que, pela grande devoção que tinha a Santa Rita, fazia-lhe todos os anos a festa na igreja de Santo Agostinho. Estavam casados há mais de dezoito anos, mas viviam tristes porque não tinham filhos. Recorreram a Santa Rita com fervorosas súplicas, para que lhes alcançasse de Deus o que lhe pediam. O Senhor atendeu a suas orações, dando-lhes dois filhos, que foram a consolação dos pais e a honra da família.

Na cidade de Valença, no ano de 1688, Santa Rita restituiu a visão a uma menina cega de nascimento, no fim de uma novena que os pais da criança lhe fizeram.

A Bernardino, filho de Tibério, restituiu Santa Rita a visão de um dos olhos, que tinha perdido por causa de uma ferida: entrando no sepulcro da santa, saiu livre do mal de que padecia.

Uma mulher nobre, chamada Mateia de César, natural de Rocha, que era surda-muda desde a sua primeira idade, fez uma promessa a Santa Rita. Passou a ouvir e logo falou.

Francisca, natural de Fucella, surda de cinco anos, pela intercessão de Santa Rita, conseguiu ouvir, após lhe rezar três Ave-Marias.

No ano de 1457, um homem, natural de Ocone, tremendamente aflito de pedras nos rins, recorreu a Santa Rita e logo se viu livre de tão penoso mal.

A mãe da menina Josefa Maria prometeu a Santa Rita vestir-lhe um hábito igual ao da santa se a livrasse de um terrível mal do coração. Concedeu-lhe a santa imediatamente a graça.

Não é menor a graça que recebeu uma criança chamada Ana, cuja garganta foi atravessada por um alfinete, que lhe impedia a respiração. Sendo-lhe aplicada com grande fé uma estampa da santa , no mesmo tempo expeliu o alfinete pela boca.

Lúcia tinha um filho de pés e mãos entrevados havia muitos anos: untou-os com azeite da lâmpada de Santa Rita e invocou o seu patrocínio; levantou-se o menino completamente são.

No grande terremoto que sofreram alguns lugares da Itália, em 12 de maio de 1730, contam que o corpo de Santa Rita levantou-se da urna em que estava e, suspenso no ar por espaço de várias horas, reprimiu o golpe do espantoso terremoto, que na cidade de Cássia não passou de ameaça. Esse fato foi confirmado pelo bispo do lugar e divulgado por toda a Europa.

Outro espantoso fato ocorrido foi quando o superior da Ordem Agostiniana foi visitar o corpo de Santa Rita e o corpo se levantou da urna, suspenso no ar, em sinal de respeito ao superior da ordem.

Essas maravilhas e outras muitas estão arroladas no processo de beatificação de Santa Rita de Cássia.

Hagiológio

Muitos são os sinais sobrenaturais atribuídos a Rita de Cássia, descritos na Hagiografia, além dos já indicados. Teria, na noite de sexta-feira da Paixão, recebido um dos espinhos da coroa de Cristo. Os crentes lhe atribuem outros milagres, ligados às frias terras montanhosas onde viveu, como o de que abelhas brancas teriam ornado seu berço e abelhas negras seu leito de morte.

Oração de Santa Rita de Cássia

(Santa Rita é invocada em especial para causas impossíveis)

Ó Poderosa e gloriosa Santa Rita, eis a vossos pés uma alma desamparada que, necessitando de auxílio, a vós recorre com a doce esperança de ser atendida por vós que tem o título de santa dos casos impossíveis e desesperados. Ó cara santa, interessai-vos pela minha causa, intercedei junto a Deus para que me conceda a graça de que tanto necessito (faça o pedido). Não permitais que tenha de me afastar de vossos pés sem ser atendido. Se houver em mim algum obstáculo que me impeça de alcançar a graça que imploro, auxiliai-me para que o afaste. Envolvei o meu pedido em vossos preciosos méritos e apresentai-o a vosso celeste esposo, Jesus, em união com a vossa prece. Ó Santa Rita, eu ponho em vós toda a minha confiança. Por vosso intermédio, espero tranqüilamente a graça que vos peço. Santa Rita, advogada dos impossíveis, rogai por nós.

Curiosidades

Santa Rita é, juntamente à Santa Filomena, uma das padroeiras do município de Codó, no Maranhão.

Santa Rita é a padroeira do município de Santa Cruz, no Rio Grande do Norte, sendo no Nordeste considerada a Madrinha dos Sertões. Nesse município está localizada uma imagem de Santa Rita de 56 metros de altura, sendo a maior estátua católica do mundo e a maior estátua das Américas, superando com folga o Cristo Redentor (com apenas 38 metros) e até a estátua da liberdade (44 metros). Santa Rita de Cássia é a padroeira da cidade de Santa Rita do Passa Quatro, São Paulo. Cujo aniversário é 22 de Maio dia do falecimento da Santa.

Fac-Símile

O Santuário Arquidiocesano de Santa Rita de Cássia em Santa Rita de Caldas (MG), possui um fac-símile do verdadeiro corpo da Santa Rita. É uma cópia idêntica do verdadeiro corpo da santa, que nunca foi enterrado e encontra-se exposto no Santuário Mosteiro de Santa Rita de Cássia na cidade de Cássia, na Itália.

Também no Santuário Arquidiocesano de Santa Rita do Sapucaí(MG), conta com algumas relíquias de Santa Rita de Cássia. Trazida da cidade de Cássia, na Itália, do mosteiro onde Santa Rita completou seus dias na terra, no ano de 1957 a relíquia “ex-ossibus”, ou seja, uma partícula óssea de seu corpo, onde também foram enviadas para o Brasil, como parte das celebrações do quinto centenário de sua morte, a relíquia do véu do hábito da Santa e uma imagem em madeira fac-símile do corpo da Santa, que está na Capela da Urna no Santuário. Também faz parte do patrimônio do Santuário de Santa Rita a imagem centenária, esculpida em Portugal e exposta no Presbitério do templo, além da “Imagem Fundadora”, que está em uma redoma de vidro em um local reservado nas dependências do Santuário e também tem origem portuguesa.

 

Atendimento

INFORMAÇÕES PAROQUIAIS

 

Batismo:

As preparações para o Batismo acontecem durante todo o ano, exceto no mês de Dezembro até o dia 15 de Janeiro. Informações na secretaria paroquial, pois há casos que devem ser encaminhados somente após um conversa diretamente com o padre. Quando os pais procurarem a Igreja, favor levar o registro de nascimento do filho(a). As Celebrações do Batismo realizam-se todo segundo domingo do mês, na Igreja Matriz, começando com a Missa, ás 08h.

MATRIMÔNIO:

Procurar a secretaria paroquial, para obter informações: sobre os documentos a providenciar para início da habilitação matrimonial; a escolha de data e local para o casamento; para marcar a data do casamento necessita de 6 à 3 meses de antecedência. Os dias para casamentos são de Sexta-feira às 20h (exceto na 1ª sexta-feira do mês) e aos Sábados às 17h30

Matriz Santa Rita de Cássia:

                Endereço: Avenida Miguel Granito Neto, 115 - Fone: (14) 3417-2665

Expediente na Secretaria:

                Segunda a Sexta-feira: das 08h às 17h; Sábado das 08h às 12h.

Atendimento do Padre na secretaria:

                De terça á sexta-feira, dependendo da semana e os compromissos do padre. Atendimento com hora marcada.

Organização

CONSELHO PAROQUIAL DE PASTORAL (CPP)

 

             O Conselho Paroquial de Pastoral (CPP) é constituído pelo padre, pelas religiosas que atuam diretamente na pastoral, pelos coordenadores das comunidades, das pastorais, dos movimentos, serviços, associações e pelos membros escolhidos na assembléia paroquial.

             O atual CPP foi composto na assembléia que realizou-se nos meses de Outubro e Novembro de 2008 e tem mandato de dois anos.

Pároco: Pe. Luiz Eduardo Cardoso de Sá

Religiosa: Irmã Lourdes Alves – MJC

Religiosa: Irmã Maria Aparecida Dias da Silva - MJC

Coordenador do CPP: Antonio Vieira

Coordenador do CAEP: Aparecida Elenice Borges Paiva

Comunidade Nossa Senhora das Graças: Sônia Maria de Oliveira

Comunidade Santa Rita: Jorge Vieira

Comunidade São José: Bento Fernandes

Comunidade São Francisco de Assis: Geraci de Souza Avelar

Associação dos Moradores: Valmir de Almeida Farias

Apostolado da Oração: Hozana Braz Pereira

Campanha da Fraternidade: Antonio Vieira

CEB\'s: Jorge Vieira

Centro Comunitário Nossa Senhora das Graças: Raimundo José de Araújo

Conferências Vicentinas: Orides Francisco Fiamengui

Curso de Noivos: Carlos Marconi e Márcia Marconi

E.C.C. (1ª e 2ª etapa): Geraldo H. Hidalgo Fernandes e Leonilda Alves Hidalgo Fernandes

E.C.C. (3ª Etapa): Carlos Alberto Monteiro Paiva e Aparecida Elenice Borges Paiva

Equipe de Encenação: Célia Aparecida da Silva Rodrigues

Equipe de Eventos Paroquial: José Maria Leite Filho e Valdir Mantovani

Equipe de Ornamentação: Maria Tereza Barboza

Infância Missionária: Irmã Maria Apparecida Dias da Silva - MJC

Legião de Maria: Irene Bernardo

Ministros Extraordinários da Eucaristia: Justina Helena Dogani

Missionários Locais: Elza Ferreira de Moura

PASCOM:

Pastoral Afro: Antonia Aparecida Pereira Veregue

Pastoral da Acolhida: Célia Aparecida Rossi

Pastoral da Catequese: Rosa Maria de Oliveira

Pastoral da Criança: Vera Lúcia Hage de Carvalho

Pastoral da Crisma: Josania Alonge dos Santos

Setor Juventude: Mario Gervazoni Neto

Pastoral da Saúde: Manoel Pereira Macedo

Pastoral do Batismo: Gumercindo dos Santos Ferreira

Pastoral do Canto Litúrgico: Alziro da Silva Junior

Pastoral do Dízimo: Miguel Rocha Viana

Pastoral Famíliar: Dorival José da Silva e Fátima Aparecida de Oliveira da Silva

Pastoral Litúrgica: Elizabete de Souza Silva

Pastoral Social: Laudite Ferreira Gaia Vieira

PROFARI: Antonio Vieira

Renovação Carismática Católica: Deusdete Cardoso de Souza

Subsídio Integrado (setores): Bento Fernandes

Membros eleitos na assembléia:

Claudinei dos Santos 
Osmar Uriel Burigatto
Aparecida da Silva Marcondes
Clarice Aparecida Ferreira

 

Membro escolhido pelo Pároco:

Fábio de Oliveira Pereira
Mauricio Gervazoni

 

Suplentes:

Francisco Carlos de Oliveira 
Mauricio Gervazoni
Fernando
Fábio de Oliveira Pereira

CONSELHO DE ASSUNTOS ECONÔMICOS (CAEP)

 

Presidente: Pe. Luiz Eduardo Cardoso de Sá

Coordenador do CAEP: Aparecida Elenice Borges Paiva

Tesoureiro Comunidade Nossa Senhora das Graças: Aparecida da Silva Marcondes

Tesoureiro Comunidade Santa Rita: Gilberto Satoshi Sagae             

Tesoureiro Comunidade São José: João Beluque

Coordenador Pastoral Dízimo:
 Miguel Rocha Viana

Membro Escolhido pelo Pároco:
  Jorge Vieira

COORDENAÇÃO COMUNIDADE SANTA RITA DE CÁSSIA

 

Coordenadora: Jorge Vieira

Vice Coordenador: Aparecida Elenice Borges Paiva

Tesoureiro: Gilberto Satoshi Sagae

Vice-tesoureiro: Alziro da Silva Junior

Secretária: Neucy Tarelho Azevedo

Vice-secretário: Maria José Pereira de Souza

Conferência Vicentina São João Batista: Gilmar Gonzaga

Equipe de Ornamentação: Leonilda Afonso Gomes Oliveira

Infância Missionária: Ana Cláudia Stefani Batista

Ministros Extraordinários da Eucaristia: Justina Helena Dogani

Missionários Locais: Maria de Jesus Pereira

Pastoral da Catequese: Clarice Aparecida Ferreira

Pastoral da Crisma: Josania Alonge dos Santos

Pastoral da Acolhida: Célia Aparecida Rossi

Setor Juventude: Fernando Henrique Salustiano da Silva

Pastoral da Saúde: Manoel Pereira de Macedo

Pastoral do Batismo: Demarice de Souza Antonio

Pastoral do Canto: Alziro da Silva Junior

Pastoral do Dízimo: Neuza Oliveira Silva

Pastoral Litúrgica: Elizabete de Souza e Silva

Pastoral Social: Laudite Ferreira Gaia Vieira

Renovação Carismática Católica: João Nicola Francisco de Paula

 

Eleitos na Assembléia:

               Fábio de Oliveira Pereira                                                       Neucy Tarelho Azevedo

                Aparecida Elenice Borges Paiva                                            Maria José Pereira de Souza

 

Membro escolhido pelo Pároco:

                José Edno de Oliveira

COORDENAÇÃO COMUNIDADE NOSSA SENHORA DAS GRAÇAS

 

Coordenador: Sônia Maria de Oliveira

Vice Coordenador: Miguel Rocha Viana

Tesoureiro: Aparecida da Silva Marcondes

Vice tesoureiro: Valdecir de Azevedo

Secretária: : Josania Alonge dos Santos

Vice Secretária: Maria Aparecida Padovani

Campanha da Fraternidade: Maria Aparecida Padovani

Ceb\'s: Valmir de Almeida Faria

Centro Comunitário: Raimundo José de Araújo

Comissão de Construção: Valdir Mantovani

Conferência Vicentina: Orides Francisco Fiamengui

Equipe de Limpeza: Angelina Santos Cruz

Legião de Maria: Glaucia Maria Cristófono Oliveira

Ministros Extraordinários da Eucaristia: Mário Cardoso

Missionário Locais: Zumira Siqueira da Silva

Pastoral da Catequese: Valmir de Almeida Farias

Pastoral da Crisma: Josania Alonge dos Santos

Pastoral da Saúde: Maria Clemência Cardoso

Pastoral do Adolescente: Mariana de Souza Farias

Pastoral do Batismo: Nair Fiamengui

Pastoral do Canto: Sheila Cristina Tavares

Pastoral do Dízimo: Miguel Rocha Viana

Plantão do Dízimo: Aparecida da Silva Marcondes

Terço Divina Misericórdia: Claudinei Roçanezi Aranão

Subsídio Integrado: Maria Helena da S. Manzato

 

Eleitos na Assembléia:

                Aparecida da Silva Marcondes                                                              Sonia Maria de Oliveira

 Suplentes:

                Francisco Carlos de Oliveira                                                                  Luis Alberto Caris

Membro escolhido pelo Pároco:

                Valdecir de Azevedo

 

COORDENAÇÃO COMUNIDADE SÃO JOSÉ

 

Coordenador: Bento Fernandes

Vice Coordenador: José Maria Leite Filho

Tesoureiro: João Beluque

Vice-tesoureiro: Valdeir Fernandes

Secretária: Eva de Fátima Rosa Paiola

Vice Secretária: Maria de Fátima Vinciguerra da Cruz

Conferência Vicentina: João Beluque

Equipe de Limpeza: Maria Helena de Assis

Grupo Jovens Luz Divina: Jéssica Fernandes

Infância Missionária: Norma Lopes Meneguin

Legião de Maria: Aparecida Jesus de Oliveira

Ministros Extraordinários da Eucaristia: Antônia Aparecida Pereira Veregue

Missionários Locais: Valdeir Fernandes

Pastoral da Catequese (São José I): Rita Maria do Calmo Vieira

Pastoral da Catequese (São José II): Claudia Meire do N. P. Vieira

Pastoral da Crisma: Vanderléia Nascimento Boas

Pastoral da Saúde: Maria Matos

Pastoral do Adolescente: Beatriz Vieira

Pastoral do Batismo: Aparecida S. Medeiros

Pastoral do Canto: Elísa Rosa da Silva

Pastoral do Dízimo: Luís Messias de Jesus

Responsável pela Capela: Bento Fernandes da Silva

Renovação Carismática Católica: Gilberto José Teixeira

Setor Santa Ana (área Nova Marília II): Claudemir dos Santos

Subsídio Integrado: Nivaldo Valdevino e Marta Vieira Valdevino

 

Eleitos na Assembléia:

                Geraldo Raquel

 

Membro escolhido pelo Pároco:

                Laércio Rossi

 

COORDENAÇÃO COMUNIDADE SÃO FRANCISCO DE ASSIS

 

Coordenadora: Geraci de Souza Avelar

Vice Coordenadora: Andréia Evangelista Schmidt

Tesoureiro: Hermes Martins

Vice-tesoureiro: Jonas Ramos

Secretária: Sara Regina de Souza

Vice-secretário: Alessandra Martin

Missionários Locais: Fátima Pereira dos Santos

Ornamentação e Limpeza: Aparecida Camilo Lelis Sampaio de Sá

Pastoral da Catequese: Andréia Evangelista Schmidt

Pastoral do Dízimo: Hermes Martins

Membro escolhido pelo Pároco:

Maria Lucia Aparecida Leite