18
Sab, Nov

Monte Castelo - Santa Cecília

santaceciliaPe. Domingos de Jesus, Pároco

Fone: (18) 3855-1282

santaceciliaPe. Domingos de Jesus, Pároco

Fone: (18) 3855-1282

Contato

Monte Castelo 2PARÓQUIA SANTA CECÍLIA

Pe. Domingos de Jesus, Pároco

Av. Mons. José Maria Lemieux, 318
17960-000 - Monte Castelo - SP
(18) 3855-1282 Cel (18) 99719 3137
O endereço de e-mail address está sendo protegido de spambots. Você precisa ativar o JavaScript enabled para vê-lo.

Horário de atendimento da secretaria:
Segunda a sexta-feira das 8h às 11h30 / 13h às 17h
Sábado das 8h às 12hO endereço de e-mail address está sendo protegido de spambots. Você precisa ativar o JavaScript enabled para vê-lo.">

Missas

Dia Horário      Local      Obs
Quarta 19h30 Matriz  
Sábado 19h30 Matriz  
Domingo      9h Matriz Missa das Crianças
1º Sexta-feira do mês 19h30 Matriz Missa votiva do Sagrado Coração de Jesus
2º Quinta-feira do mês 19h30 Capela Rural Nossa Senhora Aparecida Missa no bairro Gleba Seca

História

No dia 16 de julho do ano de 1958, Dom Hugo Bressane de Araújo, então bispo diocesano de Marília, decretou a criação da Paróquia Santa Cecília, de Monte Castelo. O território da nova paróquia foi desmembrado do território da Paróquia Nossa Senhora da Glória, da cidade de Tupi Paulista.

A instalação da paróquia ocorreu no dia 18 de outubro do mesmo ano. O decreto de criação foi lido pelo Frei Arcanjo de Monte Santo. Várias autoridades e uma multidão de fiéis estiveram presentes à cerimônia de instalação. Em seguida, o Frei Arcanjo foi empossado, por Dom Hugo, como primeiro pároco de Monte Castelo.

Depois do Frei Arcanjo, o Pe. Norberto de Vinhedo atuou na paróquia até a chegada dos padres canadenses. O primeiro sacerdote canadense a assumir a paróquia de Monte Castelo foi o Pe. Maurice Pillon, que atualmente exerce a função de vigário paroquial no Santuário Sagrado Coração de Jesus de Vera Cruz. Pe. Maurício assumiu a Paróquia Santa Cecília em 22 de novembro de 1962 e foi muito querido pelos fiéis de Monte Castelo, devido às amizades que cultivou nas duas vezes em que residiu na cidade.

Ainda em 1962 chegaram à paróquia as religiosas da Congregação das Irmãs da Caridade de Ottawa, também do Canadá, que passaram a auxiliar o Pe. Maurício. Dentre elas, são destacadas as pioneiras, Irmã Margarida e Irmã Eveline. As religiosas deixaram a paróquia em 1972. Dentre suas iniciativas destaca-se a Obra de Assistência social, que foi iniciada em 1967.

Os compatriotas do Pe. Mauricio Pillon, Pe. Fernando Lajoie e Pe. Cosme Chénier, também marcaram presença na Paróquia Santa Cecília. Ainda atuou na paróquia o Pe. Mário Laflame, que esteve em Monte Castelo no período de 1967 a 1968. O Pe. Jaques Legault assumiu a paróquia em 6 de outubro de 1968 e deixou a função de pároco em maio de 1972.

Devido à falta de sacerdotes, os padres que atendiam a paróquia eram os mesmo da Paróquia Nossa Senhora da Glória, de Tupi Paulista. Esses sacerdotes residiam em Tupi e celebravam missas quinzenais em Monte Castelo.

Depois dos padres canadenses, os sacerdotes diocesanos que atuaram na Paróquia foram os padres Dimas S. Martins, Raul José Biffi, José Afonso Maniscalco, Paulo Roberto Beloto, José Carlos Vicentin.

Durante a maior parte de sua história está Paróquia não contou com a presença de padres residentes e, por esse motivo, esteve muito ligada a Tupi Paulista, sua Paróquia mãe.

Residiram na casa paroquial, o Pe. Maurício Pillon (1993 a 1997), Pe. Claudinei de Almeida Lima (1998 a 1999), Pe. Humberto Jair Dinato e o Diácono Cecílio Davi (2001 a 2003), Pe. Pedro Ângelo Manchini (2004 a 2008), Pe. Milton Afonso do Nascimento (2009). No ano 2000 o Pe. José Ribeiro da Silva assumiu a paróquia como pároco, tendo Pe. Ademilson Luiz Ferreira como vigário paroquial, entre o período de 2010 e 2011 Padre Adriano Alves Pereira atendeu a Paróquia, mas com residência na Paróquia de Ouro Verde. No ano de 2012 o recém ordenado Padre Mauro Sergio Pollon atuou como pároco, residindo no município até o ano de 2014. No mesmo ano após a saída do então pároco Padre Mauro por motivos de saúde, Monsenhor Nivaldo Resstel começou a atender a comunidade como administrador paroquial e residindo na cidade de Dracena. No ano de 2015 Monsenhor Nivaldo veio  residir em Monte Castelo,e no mesmo ano ao ser ordenado o então Diácono André Luiz Martins dos Santos passa a residir em Monte Castelo com Padre Nivaldo, mas tendo funções nas Paróquias Santa Cecília de Monte Castelo e Nossa Senhora da Glória de Tupi Paulista, onde ficaram até janeiro de 2016.

Em fevereiro do mesmo ano, Padre Domingos de Jesus toma posse como pároco.

Atualmente a paróquia conta com as pastorais do Batismo, Dízimo, Saúde, Liturgia e Juventude. Movimento do Apostolado da Oração, Renovação Carismática Católica, Terço dos homens e das mulheres. Os encontros catequéticos acontecem em horários diversos.

No passado houve grande presença de movimentos da juventude. Porém com o êxodo rural, muitas famílias se mudaram para os grandes centros urbanos, com a consequente desativação de várias capelas rurais. Atualmente a paróquia conta apenas com um comunidade rural, a Capela Nossa Senhora Aparecida no Bairro Gleba Seca.

Desafios Pastorais – Por ser uma cidade muito pequena, as maiores opções de trabalho, estudo e lazer são buscadas nas cidades vizinhas, o que dificulta muitas atividades pastorais pela falta de tempo ou dificuldade de conciliação de horários entre os membros participantes. Há que se destacar ainda duas outras dificuldades para a participação dos fiéis nas missas, a constante mudança dos turnos de trabalho nas usinas e presídios da região onde concentra as maiores oportunidades de emprego para a população local e ainda um número considerável de pequenos agricultores e pecuaristas que vivem da chamada “Agricultura Familiar”.

Padroeiro

Segundo este relato, Cecília seria da "nobre família romana dos Metelos, filha de senador romano e cristã desde a infância". Ela foi dada em casamento, contra a vontade, a um jovem chamado Valeriano. Se bem que tivesse alegado os motivos que a levavam a não aceitar este contrato, a vontade dos pais se impôs de maneira a tornar-lhe inútil qualquer resistência. Assim se marcaria o dia do casamento e tudo estava preparado para a grande cerimônia. Da alegria geral que estampava nos rostos de todos, só Cecília fazia exceção. A túnica dourada e alvejante peplo que vestia não deixavam adivinhar que por baixo existia o cilício, e no coração lhe reinasse a tristeza.

Estando só com o noivo, disse-lhe Cecília com toda a amabilidade e não menos firmeza: “Valeriano, acho-me sob a proteção direta de um Anjo que me defende e guarda minha virgindade. Não queiras, portanto, fazer coisa alguma contra mim, o que provocaria a ira de Deus contra ti”. A estas palavras, incompreensíveis para um pagão, Cecília fez seguir a declaração de ser cristã e obrigada por um voto que tinha feito a Deus de guardar a pureza virginal.

Disse-lhe mais: que a fidelidade ao voto trazia a bênção, a violação, porém, o castigo de Deus. Valeriano, ficou "vivamente impressionado" com as declarações da noiva, respeitou-lhe a virgindade, converteu-se e recebeu o batismo naquela mesma noite. Valeriano relatou ao irmão Tibúrcio o que tinha se passado e conseguiu que também ele se tornasse cristão.

Turcius Almachius, prefeito de Roma, "teve conhecimento da conversão do dois irmãos. Citou-os perante o tribunal e exigiu peremptoriamente que abandonassem, sob pena de morte, a religião que tinham abraçado. Diante da recusa formal, foram condenados à morte e decapitados". Também Cecília, "teve de comparecer na presença do juiz. Antes de mais nada, foi intimada a revelar onde se achavam escondidos os tesouros dos dois sentenciados. Cecília respondeu-lhe que os tinha bem guardados, sem deixar perceber ao tirano que já tinham achado o destino nas mãos dos pobres. Almachius, mais tarde, cientificado deste fato, enfureceu-se e ordenou que Cecília fosse levada ao templo e obrigada a render homenagens aos deuses. De fato foi conduzida ao lugar determinado, mas com tanta convicção falou aos soldados da beleza da religião de Cristo que estes se declararam a seu favor, e prometeram abandonar o culto dos deuses."

Almachius, "vendo novamente frustrado seu estratagema, deu ordem para que Cecília fosse trancada na instalação balneária do seu próprio palacete e asfixiada pelos vapores d’água. Cecília teria sido então protegida milagrosamente, e embora a temperatura tivesse sido elevada a ponto de tornar-se intolerável, ela nada sofreu". Segundo outros mitos, a Santa "foi metida em um banho de água fervente do qual teria saído ilesa".

Almachius recorreu então à pena capital." Três golpes vibrou o algoz sem conseguir separar a cabeça do tronco. Cecília, mortalmente ferida, caiu por terra e ficou três dias nesta posição. Aos cristãos que a vinham visitar dava bons e caridosos conselhos. Ao Papa entregara todos os bens, com o pedido de distribuí-los entre os pobres. Outro pedido fora o de transformar a sua casa em igreja, o que se fez logo depois de sua morte". Foi enterrada na Catacumba de São Calisto.

As diversas invasões dos godos e lombardos fizeram com que os Papas resolvessem a transladação de muitas relíquias de santos para igrejas de Roma. O corpo de Santa Cecília ficou muito tempo escondido, sem que lhe soubessem o jazigo.

Uma aparição da Santa ao Papa Pascoal I (817-824) trouxe luz sobre este ponto. Achou-se o caixão de cipreste que guardava as relíquias. O corpo, foi "encontrado intacto e na mesma posição em que tinha sido enterrado". O esquife foi "achado em um ataúde de mármore e depositado no altar de Santa Cecília". Ao lado da Santa acharam seu repouso os corpos de Valeriano, Tibúrcio e Máximo.

Em 1599, por ordem do Cardeal Sfondrati, foi aberto o túmulo de Santa Cecília e o corpo encontrado ainda na mesma posição descrita pelo papa Pascoal. O escultor Stefano Maderno que assim o viu, reproduziu em finíssimo mármore, em tamanho natural, a sua imagem.

A Igreja ocidental, como a oriental, têm grande veneração pela Mártir, cujo nome figura no cânon da Missa. O ofício de sua festa traz como antífona um tópico das atas do martírio de Santa Cecília, as quais afirmam que a Santa, nos festejos do casamento, ouvindo o som dos instrumentos musicais, teria elevado o coração a Deus nestas piedosas aspirações: “Senhor, guardai sem mancha meu corpo e minha alma, para que não seja confundida”. Desde o século XV, Santa Cecília é considerada padroeira da música sacra. Sua festa é celebrada no dia 22 de Novembro, dia da Música e dos Músicos.

Organização

CONSELHO PAROQUIAL DE PASTORAL (CPP)

CAEP

Padre Domingos de Jesus

Osvaldo Alves Ramos

Amaury Postinguel

Terezinha Elizabeth Zauza

João Postinguel Freire

Ana Lucia Marinho

CPP

Padre Domingos de Jesus

Leocádia Gimenez Onishi – Pastoral da Saúde

Helena Rossafa Silis – Apostolado da Oração Sagrado Coração de Jesus

Leonice Falcete Marchi – Pastoral do Dízimo

Terezinha Elizabete Zauza – Catequese

Rosimeire Costa dos Santos – Ministros Extraordinário da Eucaristia

Tania Polidoro – RCC

Osvaldo Alves Ramos - CAEP

Milton Silles - Batismo

Lucas Postinguel - Pastoral da Juventude

Nadir Centoma – Pastoral da Liturgia

Mauro Tibúrcio – Equipe de Canto

Gabriela Maria Sinastre – Acólitos e Coroinhas

Missa no bairro Gleba Seca