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Sab, Nov

Junqueirópolis - Santo Antônio

santoantonioPe. Valdo B. de Santana, Pároco
Pe. Diego L. C. de Souza, Vig. Paroquial

Fone: (18) 3841-1268

santoantonioPe. Valdo B. de Santana, Pároco
Pe. Diego L. C. de Souza, Vig. Paroquial

Fone: (18) 3841-1268

Contato

junqueiropolisPARÓQUIA SANTO ANTÔNIO

Pe. Valdo Bartolomeu de Santana, Pároco
Pe. Diego Luiz Carvalho de Souza, Vigário Paroquial

Av. Junqueira, 782
17890-000 - JUNQUEIRÓPOLIS - SP
Residência: (18) 3841-1348 / Secretaria: (18) 3841-1268
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Horário de atendimento da secretaria:
Segunda a sexta-feira das 8h às 18h
Sábado das 8h às 12h

Missas

Dia  Horário  Local  Obs 
Quarta 15h Matriz

Novena do Perpétuo Socorro

Quarta 19h30 Matriz

2ª quarta - Missa Vocacional
3ª quarta - Missa da Mãe Rainha

Sexta 8h Lar Santa Terezinha  
 Domingo 7h, 9h, 19h30       Matriz   
1ª Quinta 20h Com. N. S. das Graças  
2ª Quinta 16h Capela da Santa Casa  
2ª Quinta 19h30 Com. N. S. de Fátima  
3ª Quinta 19h30 Com. S. Coração de Jesus       
4ª Quinta 19h30 Com. Duas Barras  
1ª Sexta 7h Matriz Adoração ao SSmo. Sacramento
1ª Sexta 19h15 Matriz Inicio com a Bencão do SSmo. Sacramento
2ª Sexta 19h30 Com. Cristo Redentor  
3ª Sexta 19h30 Com. Vila São João  
1º Sábado 19h30 Com. São José  
2º Sábado 19h30 Com. N. S. Aparecida  
3º Sábado 15h Lar Santo Antonio  
3º Sábado 19h30 Com. São Francisco  
4º Sábado      19h30 Com. São Miguel  

História

A primeira igreja de Junqueirópolis foi construída em 1946. Na ocasião, a cerimônia de bênção da Capela foi presidida pelo Monsenhor Victor Ribeiro Mazzei, então vigário captular da diocese de Cafelândia. Um ano após a criação da diocese de Marília, foi erigida oficialmente a Paróquia Santo Antônio, de Junqueirópolis. O decreto foi assinado em 19 de abril de 1953, por Dom Henrique Gelain, então administrador apostólico de Marília.

O primeiro pároco empossado foi o Frei Justino de Antônio Prado. Logo no primeiro ano de criação, em setembro de 1953, foram realizadas as primeiras santas missões. Na ocasião, a cidade recebeu a visita da imagem de Nossa Senhora de Fátima.
Em 11 de maio de 1958, o então Bispo Diocesano de Marília, Dom Hugo Bressane de Araújo benzeu a pedra fundamental da atual Matriz de Santo Antônio. Durante as primeiras décadas após a criação da Paróquia, diversos padres passaram por Junqueirópolis. Dentre eles, o Frei Afonso Maria de Louveira, o Frei Policarpo Maria de Hamborn, o Frei Aleixo Maria e o Padre Manuel Escalada.

Um momento marcante da comunidade de Junqueirópolis ocorreu em dezembro de 1967. Na ocasião, o Frei José Sales Ramos, nascido na cidade foi ordenado sacerdote. Em 1968, foram realizadas em Junqueirópolis as missões populares redentoristas. Como lembrança dessas missões, foi levantado um cruzeiro de 12 metros de altura, que ainda se encontra em pé até os dias atuais.

Em setembro de 1969 durante a sua visita pastoral, Dom Hugo benzeu solenemente a pintura artistica feita no painel do presbitério. A pintura, intitulada "Glorificação de Santo Antônio", foi feita pelo artista italiano Agostinho Caputi. Além da pintura, o Bispo também benzeu o altar mor, o altar do Santísimo Sacramento, a pia batismal e a imagem de Cristo crucificado.
Em janeiro de 1961 faleceu o Côn. Escalada. O seu corpo foi sepultado no presbitério da matriz, onde se encontra até hoje. Sucedendo ao Côn. Escalada, estiveram nesta Paróquia os seguintes padres: Dionizio Hermoso, José Vicente Vano Belda, Januário Tesouro Ollero, Carlos Callejas Lopes, Miguel Antoni Gramuntell, José Augusto Pereira Brasil, José Afonso Maniscalco, João Carlos Batista, Sidnei de Paula Santos, Sérgio Luiz Roncon, Ivan Carlos Desperate, Edson de Oliveira Lima, Jurandir Fernando de Noronha, Luciano Pontes e o atual pároco Ângelo José Biffi.

Atualmente a Paróquia atende sete comunidades urbanas e três rurais; além do Lar Santo Antônio que se dedica ao cuidado de idosos e o Lar Santa Terezinha Amor e Vida que visa a recuperação de mulheres dependentes do alcoolismo e drogas.

Padroeiro

História e vida de Santo Antônio de Pádua

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Santo Antônio de Pádua, nasceu em Lisboa, Portugal, em 15 de agosto de 1.195, recebeu o nome de batismo de Fernando de Bulhoes, descendente da familia de Godofredo de Bulhoes, chefe da primeira cruzada do século XI. Era primogenito de uma família nobre, poderosa e rica. Os pais o encaminharam aos estudos, desejando que ele se tornannse um magistrado ou um bispo. Mas, bem cedo, começou a desiludir as miragens ambiciosas dos pais. Deus o atraía e ele não opôs resistência. Amava intensamente a oração. Uma pitoresca lenda conta que um dia, na catedral de Lisboa, enquanto rezava, o menino afungentou o demônio traçando o sinal da cruz no chão. Aos 15 anos, deixa seu rico palácio, seus familiares, que são contrários, e vai trancar na abadia de São Vicente, na periferia de Lisboa, pertencente aos Cônegos Regulares de Santo Agostinho. A estes religiosos é que Fernando deve toda a sua formação intelectual, que o faz um dos homens mais cultos da Igreja, na Europa, nos principios do Seculo XII.

Pouco tempo depois, foi transferido para uma outra abadia, o Mosteiro de Santa Cruz, em Coimbra, que era a capital do reino de Portugal.

Com 25 Anos , ainda agostiniano é ordenado sacerdote. Neste ano Santo Antônio teve a grande virada no eixo de sua historia: É de comum acordo que no mesmo ano em que passa de Cônego Regular Agostiniano para seguir as pegadas de um novo fundador: Francisco de Assis. Três são as razões que influíram na mudança de ordem: a) a estagnação de sua congregação e a falta do espírito apostólico e de idealismo da mesma; b) a nova ordem que estava nascendo estava na sua "lua-de-mel"; cheios de vigor e idealismo, esses frades adotavam os elementos essenciais da vida religiosa tradicional, mas dela se afastavam em vários aspectos: não tinham mosteiros, nem residências fixas, nem segurança econômica, pois professavam pobreza absoluta em comum e em particular, dedicavam-se à atividade misionária com pretensões de conquistar o mundo para Jesus Cristo; c) os cincos mártires franciscano assasinados em Marrocos cujos corpos trazidos para Coimbra e, por coincidência, ao mesmo mosteiro de Santa Cruz, onde vivia Santo Antônio. Narram as antigas biografias que, na ocasião, Fernando, levando pelo desejo de imitar o heroísmo dos frades, pediu ingresso na nova ordem.

Ao receber o burel franciscano, Fernando deixa atrás tambem o seu antigo nome acolhendo um outro: Antônio, ou seja Frei Antônio. Recebeu este nome orindo do padroeiro do conventinho do frades menores em Coimbra naqueles tempos dar um nome novo a todos os que ingressavam na Ordem. A palavra Antônio quer significar “altitonante” (que troveja nas alturas, retumbante, estrondoso, estrepitoso: que soa alto, altissonante) “ como pressagiando, conforme escreve o primeiro biografo da legenda de Santo Antônio – ou assídua, quão grande arauto da palavra de Deus haveria de ser. De fato, quando falava entre os perfeitos da sabedoria de Deus escondida no misterio, tais e tão profundas coisa da Escrituras, como um trombeta altissonante, que “soou” a sua voz, mesmo aquele que estivesse acostumado à interpretação da Escrituras, raramente podia compreender o que sua lingua explanava” (Assídua,12).

No final deste mesmo ano (1.220) vai a Marrocos, onde pretende realizar o sonho missionário. Mas fica doente e precisa voltar. Já um tanto recuperado, viajou para Assis, a fim de tomar parte no Capítulo das Esteiras (Pentecostes de 1.221) e aí teve seu primeiro encontro com São Francisco. Após o Capítulo Geral, o frade portugues foi morar no eremitério de Monte-paolo, perto de Forli, na província de Romanha. Como luz debaixo de uma vasilha, por ocasião de uma ordenação sacerdotal, se pos às claras o dote oratorio de Frei Antonio, que até então cuidava somente da cosinha e da horta. Tomaria rumo assim sua atividade futura, preponderantemente devotada à pregação popular, ao lado do magistério teológico e da direção de comunidades de frades.

Organização

 

CONSELHO PAROQUIAL DE PASTORAL (CPP)

Toda 4ª Sexta-feira do mês às 19h30.

 CAEP

Segunda terça-feira do mês às 20h