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Sab, Nov

Irapuru - Santa Genoveva

santagenovevaPe. Adriano S. Andrade, Pároco

Fone: (18) 3861-1283

santagenovevaPe. Adriano S. Andrade, Pároco

Fone: (18) 3861-1283

Contato

irapuruPARÓQUIA SANTA GENOVEVA

Pe. Adriano dos Santos Andrade, Pároco

Praça Santa Genoveva, sn
C.P. 02 CEP: 17880-000 - IRAPURU - SP
Fones: Secretaria: (18) 3861-1283
Celular: (18) 99733-0919
e-mail: O endereço de e-mail address está sendo protegido de spambots. Você precisa ativar o JavaScript enabled para vê-lo.
www.facebook.com/santagenovevairapuru

Missas

Dia  Horário  Local  Obs 
Quarta  19h30      Matriz   
Domingo      7h30 Capela N. Sra. Rosa Mística  
Domingo 9h Matriz  
Domingo 19h Matriz  

História

A fundação de Irapuru deu-se por volta de 1.944, pela família Junqueira.

Em 1.948, a família Álvaro Leite Ribeiro construiu a igreja matriz, recebendo como padroeira Santa Genoveva, nome que lembrava uma das benfeitoras, chamada Genoveva.

Com o tempo, iniciou-se a Igreja viva na comunidade que se formava através do padre que vinha de Pacaembu, de cujo município Irapuru era distrito.

A chama do cristianismo foi mantida pelos Congregados Marianos e Filhas de Maria através de novenas, procissões, terços e outros trabalhos, como a catequese de crianças.

Irapuru passou a município e logo foi criada a Paróquia em 1/5/1956, por Dom Hugo Bressane de Araújo. No dia 5/7/1956, foi instalada a nova Paróquia e no dia 8/7/1956 foi celebrada a 1.º Missa.

Em 10/8/1956, foi realizado o primeiro recenseamento paroquial, ficando constatado a existência de 380 famílias católicas.

Em setembro de 1956, Pe. Manoel Gonzales, primeiro pároco da comunidade, criou a escola de aperfeiçoamento para menores, tendo como madrinha D. Eloá do Vale Quadros, esposa do governador Jânio Quadros.

No dia 25/11/1956, fundou-se a Sociedade São Vicente de Paulo e em 2/12/1956 implantou-se o Apostolado da Oração.

Em 1964, as missões dos Padres Redentoristas renovaram o fervor da comunidade.

Em 1965, padres irlandeses da Congregação do Espírito Santo assumiram a Paróquia.

No dia 30/11/1986, com grande participação da população, foi inaugurado o Salão Paroquial.

Em 9/5/1993, foi inaugurado o Santuário de Nossa Senhora Rosa Mística, com imagem doada pelo Pe. José Sazami Kumagawa.

No dia 17/09/1995, em nossa comunidade, a jovem Maria de Lourdes Pereira da Silva fez seus votos perpétuos como religiosa na Congregação das Irmãs de São José de Cluny, dando-nos assim a bênção de termos a primeira consagrada da paróquia.

Em 2002, foi construída a ampla e moderna secretaria paroquial e em dezembro deste mesmo ano foi finalizado a construção dos sanitários na praça da matriz.

Em 22/06/2003, ocorreu a bênção de reinauguração do "salãozinho", agora chamado de "Salão Santa Terezinha", após passar por uma significativa reforma.

Em agosto 2003, instalou-se as CEBs - Comunidades Eclesiais de Base -, após fervoroso trabalho missionário com visitas nas casas e celebrações, tanto na cidade como na zona rural. Foram criados os setores missionários e os encontros 1 vez por semana.

No mês de Junho/2004, após a Missa e Bênção da Pedra Fundamental, deu-se início à construção do novo templo-matriz.

No 2.º semestre do ano de 2008 a Capela Nossa Senhora Rosa Mística passou por reforma geral.

Em julho de 2010 a Casa Paroquial foi totalmente reformada e o Salão Santa Terezinha recebeu nova pintura.

Finalmente, no dia 3/01/2011, com a presença de Dom Osvaldo Giuntini e de alguns padres e seminaristas diocesanos, foi inaugurado nosso formoso e imponente templo-matriz. Todos quantos veem nossa igreja ou a visitam, ficam admirados da beleza e bom gosto, dizendo, sem sombras de dúvidas, que nosso templo é um dos mais lindos do país!

Seguem, abaixo, os pastores que se dedicaram e passaram por nossa paróquia:

Pe. Manoel Gonçalves - 27/6/1956;
Pe. Martinho Dostert - 6/2/1958;
Pe. Gabriel Fortier - maio a setembro/1959;
Pe. Tadeu Rogos - 24/1/1960;
Pe. Martinho Dostert - retornou: de setembro/1960 a setembro/1961;
Pe. Alcides Ferreira Leite - 16/9/1961;
Pe. João Valverde - 31/12/1963;
Monsenhor José Milaré Sobrinho - 18/03/1965
Pe. Patrício Dundon - 20/11/1965
Pe. Estevão - 20/12/1965;
Pe. Hugo Prior - 23/7/1966;
Pe. Brian Eyre - permaneceu até janeiro/1971, juntamente com Pe. Hugo Prior;
Entre os anos de 1971 a 1981, fomos atendidos pelos seguintes padres:
Pe. Bernardo;
Pe. Carlos O'Looney;
Pe. Miguel Kane;
Pe. Micheal Feeney;
Pe. Miguel Borro;
Pe. João Kilcrans e
Pe. Mário Revoth;
Depois desta época, tivemos:
Pe. Alfredo Martins - 23/1/1982
Pe. Ricardo Bravi - 5/1/1983
Pe. José Ribeiro da Silva - 2/1/1987;
Pe. Domingos de Jesus, vigário paroquial - 15/3/1997, juntamente com Pe. José Ribeiro da Silva;
Pe. Claudinei de Almeida - 2/2/2000;
Pe. Humberto Jair Dinato - 11/8/2000;
Pe. José Valdir Grisante - 28/1/2001;
Pe. Jacinto Sebastião da Silva - 23/1/2011
Pe. Ângelo José Biffi, administrador paroquial - 6/8/2011 e
Pe. Adriano dos Santos Andrade - 12/2/2012 (atual pároco)
Agradecemos a Deus pelo envio destes seus representantes em nossa comunidade!


A Paróquia Santa Genoveva possui:


1 capela urbana: Nossa Senhora Rosa Mística

3 comunidades rurais: Pureza, Paturizinho e Cafezinho.

Padroeiro

santagenovevaNossa querida Santa Genoveva, padroeira da cidade de Irapuru e, pelo que consta, única paróquia no Brasil que a tem como patrona, reconhece sua intercessão e olhar pela nossa comunidade. Nascida no século V, valorizou as atividades políticas, para fins sociais, sem se esquecer da oração e do jejum. Muitos a consideram predecessora de Santa Joana d'Arc. Santa Genoveva é um exemplo para a juventude de nosso tempo: nunca ficou acomodada diante das injustiças sociais, mas se engajou e posicionou-se pelo Evangelho e na luta pelo bem comum.

Santa Genoveva, rogai sempre pela comunidade de Irapuru!


ORAÇÃO:
Deus, nosso Pai, por intercessão de Santa Genoveva, afastai de nós a peste, a fome, as guerras. Saibamos defender nossa dignidade de cidadãos livres e de filhos de Deus, que nos chamou a viver na paz e na justiça, deixando de lado interesses mesquinhos e individualistas. Dai-nos, Senhor, a coragem e a abnegação de Santa Genoveva que soube praticar o Evangelho, servindo aos irmãos, e que obteve na oração forças para debelar o perigo da opressão e o desespero da fome. Jamais nos falte a vossa proteção e auxílio nas dificuldades pelas quais passamos. Amém!

Eis, abaixo, um sucinto relato de sua vida, baseado no livro “Vida de Genoveva”, lançado 20 anos após a sua morte:

Genoveva nasceu em Nanterre, cidade próxima à Paris, por volta do ano 422. Seus pais Sebero e Gerôncia, de origem franca e galo-romana, eram muito simples e modestos, mas transmitiram a ela uma educação esmerada e o fundamento sólido de sua futura santidade. Desde muito cedo, Genoveva foi discernindo o chamado de Deus a seu respeito e se colocou ao serviço divino. Em 429, São Germano de Auxerre e São Loup de Tryes passaram por Nanterre em caminho à Bretanha (Inglaterra) para, além de evangelizarem, combaterem a heresia Pelagiana que defendia que, o homem tem a capacidade de salvar-se sozinho, sem necessidade da graça divina. Durante a celebração em Nanterre, grande multidão aglomerou-se em redor dos dois santos, pedindo-lhes a bênção, bem como Genoveva e seus pais e, impelido pelo Espírito Santo, São Germano disse aos pais: "Felizes de vós, de possuirdes esta menina. Ela será grande diante de Deus e atraídos pela sua virtude, muitos pecadores abandonarão a trilha do pecado e seguirão Jesus Cristo". A Genoveva, aconselhou fugir da vaidade do mundo e procurar a felicidade na prática das virtudes. Em seguida, deu-lhe uma medalha de cobre, que trazia a imagem da cruz e disse-lhe: "Leva esta medalha, como lembrança minha. Não ponhas nunca ouro, prata ou pedrarias, nem no pescoço, nem nos dedos, porque se não desprezares o enfeite mundano, jamais alcançarás a beleza eterna". São Germano chamou-a à vida consagrada e sua resposta foi de que “não pensava em outra coisa”.

Genoveva, com o passar dos anos, progrediu em virtude e santidade. Diferente das outras crianças, fugia das vaidades e dos divertimentos profanos; o desejo de ver, de ser vista, não fazia parte de seu íntimo. Tinha por único prazer visitar a igreja. Quando uma vez, em dia de festa, sua mãe, indo à Igreja, não quis que a filha a acompanhasse, esta disse, chorando: "Com a graça de Deus quero cumprir a palavra que dei a São Germano; irei à igreja, para merecer a honra que ele me prometeu". Sua mãe Gerôncia, num acesso de cólera bateu no rosto da filha. Por castigo veio-lhe a cegueira, que durou 21 meses. Passado este tempo, recuperou a vista, lavando os olhos três vezes com a água que Genoveva tirara da fonte e benzera com o sinal da cruz.

Transcorrido pouco tempo, Genoveva fez o voto a Deus para viver a virgindade consagrada. Contando com 15 anos seus pais faleceram e foi viver com sua madrinha em Paris. Lá chegando, consagrou-se definitivamente a Deus, recebendo o véu sagrado das mãos de Villicus, bispo de Paris. Passou a fazer parte de um grupo de jovens consagradas. Vestiam um hábito que as distinguia das outras mulheres, mas não viviam em convento. Moravam em suas próprias casas dedicando-se às obras de caridade e de penitência, também atuando religiosa e socialmente. Genoveva levava tudo muito a sério: jejuava frequentemente e, quando podia, retirava-se procurando renovar sua vida espiritual. Penitências e mortificações pelas almas lhe ocupavam grande parte do tempo, pois muito bem sabia que a flor delicadíssima da pureza do coração não pode desenvolver o seu encanto numa vida ociosa e de comodidades. Tinha por alimento pão de cevada, por bebida água da fonte, por leito o chão.

Suas visões e profecias a colocaram em perigo por várias vezes, não tendo a compreensão das pessoas. Mas, São Germano sempre a defendia. Defensor este, sendo o mesmo Bispo que a chamou para a consagração. Apesar da vida santa e retraída, não logrou fugir das línguas caluniosas e maledicentes. Genoveva não se perturbou; antes se encheu de satisfação por poder sofrer alguma coisa pelo nome de Jesus. Passando pelo sofrimento, ainda mais esplendorosa lhe brilhava a santidade. Deus envergonhou os caluniadores pelos grandes milagres que fez por intermédio de sua humilde serva. Em Paris, ela ficou gravemente enferma; na doença, na dificuldade, chegou há ficar 3 dias em coma. Mas, em tudo, entregava-se à vontade de Deus.

Tinha apenas trinta anos quando se envolveu na vida política: em 451 Paris estava sob a ameaça dos hunos de Átila, “o flagelo de Deus". Os parisienses queriam fugir, mas Genoveva chamou-os à oração e penitência, pois deviam confiar em Deus, que impediria a destruição da metrópole. Graças à sua força de caráter e orações, tranquilizou-os, predizendo uma mudança nos planos de Átila e este, de fato, foi derrotado em Órleans, a 110 km da capital francesa. Mas, antes de acreditarem em suas palavras, a santa correu o risco de ser linchada e queimada como feiticeira pelos mais medrosos; apesar disso, sua convicção e fidelidade a Deus foi a melhor resposta, contagiando o povo e fazendo-o ficar.

Após a derrota de Átila e seu exército, sobreveio a fome que dizimava a população de Paris. Mas, em face das orações de Santa Genoveva e de sua atitude em tomar um barco e ir pelo rio Sena exortando a população agrícola a doar alimentos para os moradores urbanos, a carestia retrocedeu.

A sua fama de santidade, dom de ler nas consciências e de acalmar os possessos,caridade, socorrer os doentes e famintos, e humildade para comunicar Cristo Jesus, iam cada vez mais longe. Estes e outros fatos de interesse público fizeram com que todos enxergassem em Genoveva uma grande alma privilegiada por Deus, inclusive tendo o apreço dos reis Childerico e Clóvis onde, por seu pedido e influência política, muitas vezes, prisioneiros políticos foram livrados da perseguição e condenação à morte.

Muitas foram as graças recebidas por sua intercessão. Ainda em vida, restaurou a visão de uma cega apenas com sua benção. Após a sua morte, intercedeu por Paris e salvou-a da praga de 1129,denominada "o fogo", que transformou a cidade em grande hospital e causou muitas mortes. O povo apavorado fez preces públicas suplicando ao céu misericórdia. Já existiam aproximadamente 1.400 doentes em Paris, quando a população resolveu organizar uma grande procissão, na qual foram levadas as relíquias de Santa Genoveva. A procissão realizou-se e a epidemia extinguiu-se milagrosamente.

Genoveva entretinha uma devoção terníssima a Santíssima Virgem e aos Santos Martinho e Dionísio. Ajudou na construção dos templos de São Dionísio (Saint Denis),primeiro bispo da Lutécia,onde derramara o sangue, em testemunho da fé, da qual era devota,e de São Paulo e São Pedro.

Genoveva morreu aos 80 anos, em 3 de janeiro de 502. Foi enterrada na igreja dos Santos Apóstolos, depois, popularmente conhecida como igreja de Santa Genoveva. Edificaram sobre seu túmulo, modesto oratório de madeira que foi a semente de célebre abadia construída por Luís XV, depois transformada em basílica. A cidade de Paris, desde sua morte e, fortemente após a procissão de suas relíquias, em 1129, contra a praga, venera-a como padroeira. O papa Inocencio II aceitou sua festa e seu culto para o dia 3 de janeiro.Durante a revolução francesa, a basílica construída sobre seu túmulo, e que abrigava suas relíquias, foi profanada e saqueada pelos jacobinos. Seu corpo foi exumado e queimado, sendo as cinzas lançadas ao Sena, em 21 de novembro de 1793. A Basílica de Santa Genoveva tornou-se o Panteon de Paris, mausoléu de heróis franceses. Um túmulo foi reconstituído, com algumas relíquias, na igreja de Santo Estêvão do Monte, onde são objeto da devoção popular até hoje.

Em tempos bem críticos de epidemia, pragas e desastres a capital da França experimentou a valiosa proteção de sua defensora. Também era invocada para implorar a chuva ou contra as inundações do Sena.

Na arte litúrgica da Igreja ela é representada como uma pastora, segurando uma vela e às vezes confrontando com o demônio e restaurando a visão de uma mulher.

Em nossa comunidade de Irapuru, a sua representação litúrgica é: vestida de hábito e segurando um barquinho, significando a proteção contra as tempestades e calamidades. Pelo que se tem notícia, esta imagem é única no mundo!

FONTES:

CANÇÃO NOVA
WIKIPÉDIA
PÁGINA ORIENTE.COM
DAAZ.COM
CADEMEUSANTO.COM
PORTAL PAULUS
Folheto distribuído pelo JORNAL “A VOZ” de Irapuru/SP – Brasil.

Organização

 


CONSELHO PAROQUIAL DE PASTORAL (CPP)

CAEP ( Conselho de Assuntos Econômicos Paroquial);
Apostolado do Oratório;
Pastoral do Dízimo;
Liturgia;
Catequese;
Pastoral da Saúde;
Pastoral da Criança;
Pastoral do Aconselhamento;
Pastoral do Batismo;
MESC (Ministros Extraordinários da Sagrada Comunhão);
ECC (Encontro de Casais com Cristo);
RCC (Renovação Carismática Católica);
CEBs (Comunidades Eclesiais de Base);
Apostolado da Oração;
Pastoral Carcerária;
Pascom (Pastoral da Comunicação; 
Grupo de Jovens RUAH;
Comissão de Festas e Eventos; 
Comunidade Pureza;
Comunidade Paturizinho e
Comunidade Cafezinho.