18
Sab, Nov

Flora Rica - São José

saojosePe. Adriano S. Andrade, Pároco

Fone: (18) 3861-1283

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Contato

floraricaPARÓQUIA SÃO JOSÉ

Pe. Adriano dos Santos Andrade, Pároco

Av. Samuel Porfírio, 315
17870-000 - FLORA RICA - SP

Endereço para correspondência:
MDM - PARÓQUIA SANTA GENOVEVA
Praça Santa Genoveva, s/n.º - Cx.P. 02
17880-000 - Irapuru - SP
(18) 3861-1283 / (18) 99733-0919
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Missas

Dia Horário Local Obs
Quarta 19h30 Matriz  
Sábado 19h30 Matriz  
 1ª Sexta 18h15  Matriz  Missa do Sagrado Coração de Jesus 

História

No dia 1° de Maio de 1956, façamos saber que nas normas Cânon 1.427, havendo causa canônica exigida pelo parágrafo 2°, e cumpridas as determinações do Cânon 1.428 parágrafo 1°, foi desmembrada da Paróquia Nossa Senhora Das Graças de Pacaembu, o território compreendido dentro dos limites atuais do Município de Flora Rica, e nele erigir a Paróquia amivível de São José de Flora Rica.

Sendo este o Decreto lido por ocasião da instalação da nova Paróquia e transcrito no Livro do Tombo da Paróquia de São José de Flora Rica, e de Nossa Senhora das Graças de Pacaembu, através da Comissão Episcopal: Dom Hugo, Arcebispo – Bispo de Marília, e Cônego José de Milaré Sobrinho - Chanceler do Bispado.
Criando assim a Comissão: Presidente: Dominício Minga, Secretário: José Renato, Tesoureiro: Pedro Ribeiro de Souza, havendo problemas particulares do Presidente precisando ir embora no ano de 1960, assumindo o cargo o Sr. Maximínio Pereira da silva até o ano de 1977, no qual promoveu várias campanhas para terminar a Igreja, sendo a 1° para colocar portas e janela, iniciando logo após a Celebração da Santa Missa pelo Padre Guilherme em um domingo, conseguindo o valor necessário para as obras.
Terminado a Igreja foi eleita a Comissão para construção da Casa Paroquial de Flora Rica pela direção do Padre Mon Senhor Milaré, sendo o Presidente: Octaciano Pereira de Andrade, Vice Presidente: Maximínio Pereira da Silva, Tesoureiro: Wlademir Viviano Valença.
Foram feitas várias campanhas para esta construção, ao término foi mobiliada e entregue a Dom Hugo, Bispo da Diocese de Marília, na entrega em Marília estavam presente: Pe. Bernardo, Irmã Marta, Maximínio João de Souza, Rolando Emboaba da Costa, Romart Pinto do Amaral.
Na posse das Irmãs em Flora Rica, estava presente Dom Daniel – Bispo Auxiliar.
Havia Congreção Mariana, as Filhas de Maria, Associação São José, após a chegada das Freiras em 1966, foi encerrado todos os movimentos que havia, seguindo o regimento da Evangelização da Congregação, que por sinal um trabalho louvável, chamando atenção dos Florarriquenses, nesse intervalo os batizados passaram a ser realizados somente as pessoas que participavam das reuniões, sendo que o Pe. Miguel continuou dessa maneira por algum tempo, passando a responsabilidade para os Padres e tirando do Conselho.
Na época que as Freiras estiveram em Flora Rica, fizeram um ofício para a Comunidade da Alemanha, assinado pelo Presidente de Comissão de Obras, Maximínio Pereira, na qual enviaram verbas para construção do Centro Comunitário Santa Genoveva no Bairro Lambari, e um carro para a Paróquia de São José, e este foi vendido por ordem de Dom Daniel e foi comprado um terreno, o qual foi vendido e comprado outro ao lado da Casa Paroquial.
Padres que passaram na Paróquia São José:

· Pe. Conrado.
· Pe. Guilherme.
· Pe. Alcides.
· Pe. João Valverde.
· Mon Senhor Josè Milaré ( 1° Padre a rezar Missa em Português).
· Pe. Patrício Dundon (novembro de 1965), tomou posse no cargo de Vigário da Paróquia São José, implantou o Dízimo.
· Membros da Pastoral do Dízimo: João Paulo Emboaba, Silvio Ranazi e Maximínio Pereira.
· Pe. Estevão.
· Pe. Hugo Prior.
· Pe. Bernardo.
· Pe. Miguel Kane.
· Pe. Michael Feeney.
· Pe. João.
· Pe. Alfredo Martins.
· Pe. Ricardo Bravi.
· Pe. José Ribeiro da Silva.
· Pe. Claudinei de Almeida Lima.
· Pe. Humberto
. Pe. José Valdir Grisante
· Pe. Jacinto Sebastião da Silva.
· Pe. Ângelo José Biffi, administrador paroquial
· Pe. Adriano dos Santos Andrade. (atual Pároco).

Padroeiro

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José é um personagem célebre do Novo Testamento bíblico, marido da mãe de Jesus Cristo. Segundo a tradição cristã, nasceu em Belém da Judeia, no século I a.C., era pertencente à tribo de Judá e descendente do rei Davi deIsrael.
No catolicismo, ele é considerado um santo e é chamado de São José. Suas festas litúrgicas são: 19 de março e 1 de maio.

Segundo a tradição, José foi designado por Deus para se casar com a jovem Maria, mãe de Jesus, que era uma das consagradas do Templo de Jerusalém, e passou a morar com ela e sua família em Nazaré, uma localidade daGalileia.
Segundo a Bíblia, era carpinteiro de profissão, ofício que teria ensinado seu filho.
São José é um dos santos mais populares da Igreja Católica, tendo sido proclamado "protetor da Igreja Católica Romana"; por seu ofício, "padroeiro dos trabalhadores" e, pela fidelidade a sua esposa, como "padroeiro das famílias", sendo também padroeiro de muitas igrejas e lugares do mundo.

O lugar que José ocupa no Novo Testamento é discreto: está totalmente em função de Cristo e não por si mesmo. José é um homem silencioso, e pouco aparece na Bíblia. Não se sabe a data aproximada de sua morte, mas ela é presumida como anterior ao início da vida pública de Jesus. Quando este tinha doze anos, de acordo com o Evangelho de Lucas (cap. 2), José ainda era vivo, sendo que em todos os anos a família ia anualmente a Jerusalém para a festa da Páscoa. Na Páscoa desse ano, "o menino Jesus permaneceu em Jerusalém sem que seus pais soubessem", os quais "passaram a procurá-lo entre os parentes e os conhecidos" e, por fim, o reencontraram no Templo da Cidade Santa "assentado entre os mestres, ouvindo-os e interrogando-os, os quais se admiravam de sua inteligência e de suas respostas". "Logo que seus pais o viram, ficaram maravilhados" e Maria, sua mãe, diz-lhe: "Teu pai e eu, aflitos, estamos à tua procura", sendo essa sua última referência a José estando vivo.

Nos Evangelhos

Evangelho de Lucas atesta que o imperador Augusto ordenou um recenseamento em todo o Império Romano, que na época incluía toda a região, e a jovem Maria e seu esposo José se dirigiram a Belém, por ambos serem da Tribo de Judá e descendentes de Davi. Nessa época, reinava na Judeia Herodes, o Grande, monarca manipulado pelos romanos, célebre pela crueldade.

O texto do Evangelho deixa claro que José era o pai legal e certo de Jesus, pelo que (Mateus 1) é através de José que é referida a ascendência de Jesus até David eAbraão, embora o texto deixe inequívoco que ele não foi o pai biológico de Jesus. José quando encontrou Maria grávida "sem antes terem coabitado", "sendo justo e não a querendo infamar, resolveu deixá-la secretamente", quando na época a lei bíblica vigente (Deuteronômio 22) prescrevia a lapidação (morte por pedradas) das adúlteras. Eis que, então, enquanto José dormia, apareceu-lhe, em sonho, um anjo que pede-lhe que não tema em receber Maria como sua esposa, "pois o que nela foi gerado é do Espírito Santo", passagem normalmente interpretada pelos cristãos como uma concepção sem necessidade de uma participação masculina e, desde que se a suponha também virgem, de uma concepção virginal (já por tradições judaicas, Jesus é referido como "mamzer", algo como bastardo). De qualquer forma, portanto, o Evangelho não deixa dúvidas de que não é "pela carne" que Jesus herda os títulos messiânicos de "filho de Davi" e "filho de Abraão" com o que Mateus abre o Novo Testamento.

Nessa época, Maria, sua esposa deu à luz Jesus numa manjedoura, pois não encontraram outro local para se hospedarem em Belém. Devido a tirania do rei Herodes e de sua fúria em querer matar o menino Jesus por ter ouvido que havia em Belém nascido o "rei dos Judeus", a Bíblia, no Evangelho de Mateus, refere que Deus, através de um anjo e igualmente em sonho, orientou seu esposo José para que fugissem para o Egito. Assim, apenas nascido, Jesus já era um exilado, juntamente com José e Maria seus pais. O texto evangélico também é insistente —ao apresentar a genealogia de José e citar uma linha patrilinear que inclui os reis de Judá e vai até Davi e Abraão— em ressaltar terríveis impurezas morais na ancestralidade de José, o marido de Maria a mãe de Jesus. Entre tantos homens, somente quatro mulheres, além de Maria, são citadas por Mateus nessa lista genealógica: Tamar,RaabeRute e a mulher de Urias (Betsabé), respectivamente: uma incestuosa, uma prostituta, uma estrangeira (era proibido aos israelitas casarem-se com estrangeiras) e a que foi tomada como esposa pelo rei Davi, que para obter isso encomendou a morte de seu marido, Urias, significando aqui o assassinato e o adultério.

Posteriormente, tendo Herodes morrido, um anjo de Deus, igualmente em sonho, aparece a José e orienta-o para que regressem à terra de Israel "porque já morreram os que atentavam contra a vida do menino". Ao regressar, tendo ouvido que Arquelau (Herodes Arquelau) reinava na Judeia no lugar de seu pai Herodes, temeu ir para lá e, por mais uma vez, em sonho, tendo sido prevenido por divina advertência, retirou-se para a região da Galileia, voltando a família a residir em Nazaré.

Apócrifos do Novo Testamento

São José é também uma figura proeminente nos Apócrifos do Novo Testamento, principalmente pela tentativa de explicar o dogma da virgindade perpétua de Maria, a existência dos irmãos de Jesus como sendo filhos de um casamento anterior dele e a Infância de Jesus.

As principais obras são:

História de José, o carpinteiro
Protoevangelho de Tiago

Fonte
WIKIPEDIA

Organização

CONSELHO PAROQUIAL DE PASTORAL (CPP)

  • Caep.
  • Equipe de acolhida
  • Pastoral da Saúde.
  • Catequese (crianças, jovens e adultos).
  • Equipe do Batismo.
  • Renovação Carismática Católica (RCC).
  • Grupos de Reflexão.
  • Pastoral do Dízimo.
  • Grupo Divina Misericórdia.
  • Apostolado da Oração.
  • Ministérios de Música.
  • Encontro de Casais com Cristo (ECC).